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domingo, 6 de novembro de 2016

Respeito à qualidade de vida



As frutas e legumes necessitam de condições climaticas especificas para crescer naturalmente. Fora desse periodo, eles são cultivados em estufas que necessitam de uma quantidade de energia significativa.
Para limitar o impacto de nossa alimentação sobre o clima, vamos privilegiar os legumes e frutas da estação, assim contribuiremos para a diminuição do impacto devastador no planeta. 
Citando apenas como exemplo, um tomate produzido localmente em uma estufa abastecida com energia elétrica, gera 7 VEZES MAIS gas carbônico que o mesmo tomate produzido naturalmente sem mudança de estação pelo homem.
Foto: Paisagem de campos coloridos perto de Sarraud, Vaucluse, France (44°01’ N – 5°24’ E). ©Yann Arthus-Bertrand.
A CADA METODO SEU IMPACTO
Todos os métodos agricolas não tem o mesmo impacto no clima, na biodiversidade ou no solo. Os métodos que limitam a utilização de recursos (agua, energia, etc.) e de produtos quimicos sintéticos (pesticidas, adubos, etc.) são mais duraveis pois eles respeitam mais o meio ambiente.
Em casa, na cantina da escola, ou no restaurante vamos privilegiar o maximo possivel os produtos que são derivados da agricultura organica: ela garante uma utilização limitada ao produtos fitosanitarios que autorizam somente adubos naturais.

Na foto estufa iluminada perto de Sauvo, região de Varsinais-Suomi, Finlandia (60°18' N – 22°36' E). ©Yann Arthus-Bertrand.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Uma manhã no Museu...

Não, uma manhã não é o suficiente para essa visita. Para quem ama a natureza e adora contemplar o quanto ela é boa e compreensivel conosco precisaria no minimo dois dias. 
O norte do Brasil é um laboratorio a céu aberto, onde espécies da flora e da fauna se multiplicam e nos apresentam os maiores beneficios de cuidar bem dela para um mundo duravel, limpo e sustentavel.
Se você estiver em Belém vale a pena conhecer o Museu Emilio Goeldi que foi fundado em 1866 e faz parte do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação do Brasil. Suas atividades concentram-se no estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia, bem como na divulgação de conhecimentos e acervos relacionados à região. 

Entrada do Museu

Museu Paraense Emílio Goeldi 

Museu Paraense Emílio Goeldi
Parque Zoobotânico - Av. Magalhães Barata, 376 São Braz
Belém - PA 66.040-170 Brasil
Portaria Nove de Janeiro (55 91) 3182 3231

Campus de Pesquisa - Av. Perimetral, 1901 Terra Firme
Belém - PA 66.077-530 Brasil
Portaria Campus de Pesquisa (55 91) 3075 6272 ²²

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Chegando em Santarém, a pérola do Tapajos

Chegando na cidade de Santarém encontro com o Tapajos


A cidade de Santarém é carinhosamente conhecida como Pérola do Tapajós, Santarém é uma agradável cidade paraense, localizada na região central da Amazônia, entre a capital do Meio do Mundo Macapa e Manaus, na confluência dos Rios Amazonas e  Tapajós. 

Aqui também é onde acontece  encontro das àguas, em frente à cidade, um espetáculo de dois grandes rios, que fluem por quilômetros, lado a lado, sem misturar suas águas de cores e densidades diferentes.
Nesse lugar onde o Rio Amazonas é tão largo que chega as cheias não avistamos a margem oposta. Um santuário paradisiaco que atrai visitantes de todos os cantos do planeta. 

Na região já foram catalogadas mais de duas mil espécies de peixes, quase mil de pássaros, centenas 
de espécies de mamíferos e cerca de 10% de todas as espécies de plantas existentes na Terra, entre elas espécies-símbolo da região, como a vitória-régia, as bromélias e as enormes árvores típicas deste bioma. 
Vitoria-régia
Na região há florestas protegidas, cachoeiras, igarapés, rica fauna e flora, além dos lagos e praias formadas ao longo do Rio Tapajós, que fazem a alegria dos ecoturistas que buscam um contato profundo com a natureza.
Matriz de N. S. da Conceição

A praia mais bela e famosa é Alter do Chão, vamos ainda caminhar em todos os cantos desse paraiso em artigos aqui :) Apesar de ser um lugar de panoramas multifaces da beleza amazônica ela ainda sofre com os problemas de lixo e esgoto a céu aberto :/
A cidade em si é extremamente comercial, o centro da cidade destaca-se por sua diversificação comercial de tudo para todos .

Museu João Fona
Para descobrir a cidade e sua historia vale uma visita ao Centro Cultural João Fona, conhecido também como Museu de Santarém, localizado na Praça Barão de Santarém, no centro da cidade. As obras do Museu foram iniciadas em 1853, concluídas em 1867 e inauguradas em 1868. O prédio jà foi local do Fórum de Justiça de Santarém, do presídio, da Intendência Municipal e Prefeitura Municipal. O centro tem um acervo de cerâmicas arqueológicas tapajônicas, objetos históricos e a galeria de ex-prefeitos.

Museu de Arte Sacra
A cultura tapajônica também é preservada no Museu de Arte Sacra, localizado na Travessa Siqueira Campos, nº 439, anexo à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição – Centro da Cidade. Inaugurado em 2003, o Museu é todo climatizado e possui um acervo com objetos de arte religiosa (imagens, indumentárias e pinturas). Funciona de terça a sábado, das 8h às 11h30.


Solar do Barão de Santarém e Solar do Barão de São Nicolau
Prédio da época colonial, o Solar do Barão de Santarém pertenceu a Antônio Pinto Guimarães, o Barão de Santarém. Fica na Rua Senador Lameira Bittencourt, antiga Rua dos Mercadores, ao lado do Solar do Barão de São Nicolau. Este ostenta um raro relógio de sol, o único existente na cidade.

Museu Dica Frazão
Outra parada cultural é no Museu Dica Frazão, localizado na Rua Floriano Peixoto, nº 281, no centro. Inaugurado em 1999, expõe as mais famosas peças artesanais confeccionadas pela artesã Dica Frazão, considerada a pioneira na utilização da raiz do patchouli e de outros materiais da região, como palhas de tucum, de buriti e do açaizeiro, além da malva, juta, bambu, casca do taperebazeiro, cipó escada de jabuti, entrecascas de madeiras e sementes de melancia, melão, jerimum e pepino.

O acervo do Museu dispõe de mais de 150 peças, entre as quais réplicas de trabalhos pertencentes à rainha da Bélgica e ao Papa João Paulo II.

quarta-feira, 14 de março de 2012

em Defesa da Navegação Fluvial na Amazônia...


Senador Flexa Ribeiro, deputada Janete Capiberibe, senador João Capiberibe e governador Camilo Capiberibe
Deputada Janete coordena Frente para disputar recursos e políticas para a navegação na Amazônia

Brasília, 13/03/2012 – Na reinstalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Navegação Fluvial da Amazônia, a presidente do grupo, deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), alertou sobre a precariedade do transporte fluvial na região amazônica e defendeu uma linha de crédito especial para fomentar a construção de novas embarcações. De acordo com a parlamentar, os recursos devem vir do Fundo da Marinha Mercante, que até o final de 2014 deve acumular R$ 30 bilhões. “Desse volume todo de recursos, nada chega aos estaleiros da região amazônica”, reclamou. 
Estima-se que mais de um milhão de embarcações circulem na região Norte do País, o principal meio de transporte da população, também movimenta a economia local, tanto com a construção de barcos, como com o transporte de cargas. Como frisou o governador do Amapá, Camilo Capiberibe. “A navegação na Amazônia não é só um meio de transporte, mas uma indústria”, disse.
Senador João Capiberibe, governador Camilo Capiberibe e representante da AGU Késia Mendes Neiva 
Sustentabilidade – O problema é que esta indústria está defasada. Segundo o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), apesar das vantagens do escoamento de cargas por rios em relação às rodovias, apenas 5% deste tipo de transporte é fluvial. Ele citou como exemplo a região norte do Matogrosso, que produz 6 milhões de toneladas de soja e escoa a produção por rodovias, encarecendo os grãos. “Ao invés de escoar pela saída natural que são as hidrovias, eles saem de carretas, descem para o porto de Paranaguá e de Santos na contramão do destino. Além de congestionar as rodovias, encarecem o produto brasileiro para a exportação”, explicou.
O senador João Capiberibe (PSB/AP) lembrou que o debate sobre navegação fluvial está em alta com a realização da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorre em junho. “A navegação fluvial é uma atividade sustentável, que pode ser debatida e se chegar a uma política para a Amazônia”. Para ele, essa política vai além do crédito, inclui a modernização da frota com pesquisa e desenvolvimento tecnológico. 

Acidentes – Além de naufrágios, a população amazônica ainda convive com os escalpelamentos, acidente em que as mulheres têm seus cabelos e couro cabeludo arrancados quando estes se enroscam ao motor do barco. O tema ganhou visibilidade nacional em 2007, quando a deputada Janete Capiberibe realizou um ato na Câmara dos Deputados para pedir assistência às mulheres vítimas de escalpelamentos. Com a realização de campanhas, o Amapá não registrou nenhum acidente deste tipo em 2011, mas o estado do Pará já registrou cinco, só nos dois primeiros meses de 2012. 
A presidente da Associação de Vítimas de Escapelamentos, Rosinete Serrão, resumiu o desejo dos ribeirinhos. “Escalpelamento zero e navegação na Amazônia livre de qualquer tragédia”, defendeu.
Domingos Marreiros, Rosinete Serrão, Dep.Janete , defensora Luciene Strada e José Renato Fialho, da ANTAQ
Estaleiros tradicionais – A renovação da frota vai atacar o problema em várias frentes, explicou a defensora pública da União, Luciene Strada. A defensora apresentou um projeto de financiamento para compra de novos motores para os barcos da região. Segundo ela, a medida vai gerar economia de combustível; redução do tempo de viagem, com motores mais velozes; além da legalização dos veículos. 
A próxima medida será remodelar as embarcações de acordo com as normas de segurança ditadas pela Marinha. A ideia é realizar um concurso entre os ribeirinhos para eleger os modelos ideais. Presidente da Associação de Construtores de Barcos do Amapá, Domingos Marreiros, adiantou que participará do concurso. De uma família tradicional de carpinteiros, Domingos se entusiasmou com a possibilidade de aprender novas técnicas de construção dentro das normas de segurança.

Reivindicações – A armadora Sônia Guedes entregou à deputada Janete Capiberibe um documento com reivindicações do setor para aprimorar o transporte de cargas e passageiros na Amazônia. Ela reclamou, por exemplo, das altas multas aplicadas aos armadores, da não isenção de tributos sobre essa modal de transportes, da precariedade das instalações para embarque e desembarque de passageiros e cargas na Amazônia e do alto índice de crimes que afetam a navegação. “Não tem isenção nem direito ao Simples”, reafirmou.
Auxiliadora Reis Borges, da Fenavega, protestou com o fato de que o CIDE (Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico) que incide sobre os combustíveis seja revertido apenas em investimentos nas rodovias e não nas hidrovias da Amazônia.
Compareceram ao evento representantes da iniciativa privada, do setor de transporte fluvial de cargas e passageiros, do Governo Federal, da Secretaria do Governo do Amapá em Brasília e da Agência Nacional de Transporte Aquaviário – ANTAQ.

Fotos: André Abrahão
Texto: Letícia Alcântara

Sizan Luis Esberci
Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP
61 3215 5209

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Seaview nos recifes de corais°°°



Uma viagem de sensibilização e preservação das espécies de uma das 7 maravilhas naturais do Mundo, 
A Grande Barreira de Coral Australiana.
Uma das ferramentas mais usadas no mundo o Google enriquece ainda mais a ferramenta cartográfica Google Earth com o projeto Catlin Seaview Survey. Um projeto realizado pela Universidade de Queensland (institutos de pesquisas) e a parceria do grupo Catlin Group Limited, vamos poder descobrir em imagens a grande barreira de corais da Austrália. Mais de 50 000 imagens serão disponibilizadas pelo Google Earth, Google Mapas e ainda o site de videos do YouTube.
O projeto é dirigido pelo professor  Ove Hoegh-Guldberg. O estudo servirá  para realizar um analise mais aprofundada dos corais, com o objetivo de documentar a formação e saude do ecossitemas em três fases:
SVII Câmara
1) O levantamento do recife pouco profundo, será fotografá-los com uma visão panorâmica de 360° utilizando câmaras especiais. Estas imagens serão analisadas automaticamente com a ajuda de um programa de reconhecimento de imagens, criando um nivel de referência em escala ricas em detalhes de analises cientificas, a partir de lugares ao longo da barreira de corais com mais de 2300 km. As imagens serão colocadas à disposição gratuitamente pelo Google para os cientistas do mundo inteiro como base de estudo.
2) O levantamento do recife profundo se baseia nos efeito das mudanças climáticas no ecossistema menos conhecido do planeta - os recifes de águas profundas ou de ecossistemas de corais centrais (30-100m). Ele fornecerá um estudo aprofundado da saude da biodiversidade da Grande Barreira de Coral em aguas profundas, avaliando assim a sensibilidade em relação as mudanças climaticas
3) A terceira fase do estudo é o levantamento da mega fauna. Um trabalho de etiquetagem e de observação das raias manta, as tartarugas e os tubarões, utilizando informações de seus movimentos em relação aos dados oceanograficos.Um estudo importante, pois não existe uma base de dados aprofundados em relação aos grandes animais marinhos e sua distribuição face as mudanças da temperatura dos oceanos.



Para poder observar um dos patrimônios mundiais da humanidade, precisamos esperar até setembro 2012, para que possamos nadar virtualmente na Grande Barreira de Coral australiana.Todas informações estão disponiveis no site Catlin SeaView Survey.

A Francophonie no meio do mundo

No dia 1° de setembro professores e alunos do curso de francês do Centro Cultural Amapaense estiveram no #lecafebistrot ,localizado ...