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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

BR 156 e BR 210

E nossa #RotadoTurismoRuraldoAmapá começa na BR156 saindo de Macapá. Passamos pelo Municipio de Porto Grande(BR156) que fica a cerca de 100 km da capital, e mais ou meno 110 até a chegada Municipio de Serra do Navio(BR210), nosso destino final.

 A partir de Porto Grande a estrada é de terra, muita cautela nessa hora, principalmente na época de verão onde a poeira dos carros é altamente perigosa para a visibilidade.


Passamos por treze pontes até chegar ao municipio de Serra do Navio. Os riachos estão no periodo de estiagem, mas ainda são belos e refrescantes :)
Durante todo o trajeto até a vila de Serra do Navio, podeos observar o grande potencial para o turismo rural, mas falta o apoio dos orgãos responsaveis pelos treinamentos de base para receber os visitantes. Nada de seminario , conferencias, e blàs, blàs, blàs, o Brasil não tem tempo mais para isso, ja se gastaram muito dinheiro indo e vindo com instrutores pelas regiões e nada avançou, Então, precisamos de verdadeiras ações que sustentem a continuidade através de cada comunidade :)
E a rota continua a seguir!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Encontros com a leitura


Um projeto que iniciou em 2003 na época de verão aqui na região do Jura onde eu moro que se chama "Livros no caminho" ou seja um encontro que oferece uma segunda vida aos livros, onde diversos autores conhecidos ou não são descobertos.Um mundo imaginário aberto aos que descobrem esses tesouros durante suas caminhadas.
Essa operação literária viaja pela região em 11 cidades principais do Jura, uma caça ao tesouro do conhecimento que pede em troca dessa experiência que os leitores ao final da leitura, deixem os livros em lugares estratégicos onde possam continuar o caminho, ou seja em gares, paradas de ônibus, escadas, pontes, parques...Cerca de 1000 obras são espalhadas por vários caminhos. Uma surpresa para muitos como eu que parei para um descanso em um dos bancos da cidade e ao meu lado  "A casa de Jane" estava lá, então eu peguei e já comecei a devorar sua história e depois quem será o novo leitor???

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Calçada das Artes em Macapá 【ツ】

Alguns dos criadores do Projeto Calçada das Artes :)Ivan Amanajás, Grinoaldo, Irê Peixe, J. Sales, Amadeu Lobato, Jackson Amaral
Mais um projeto arte e #cultura para todos, ele se chama #Calçada das #Artes, ou seja os bairros e ruas da capital são transformados em locais de vernissages.
"Nosso objetivo é levar a arte e a cultura para a sociedade em geral, que também gosta de cultura, mas muitas vezes não possui acesso .Nossa preocupação é nao deixar essa casa de arte morrer, pois ela faz parte de nossa historia, e vários artistas que despontam no cenario nacional e internacional passaram por aqui. Por isso vamos continuar valorizando este grande ponto cultural em nossa cidade” Ivan Amanajas, artista plástico amapaense.

Apesar dos outros locais, o prédio do Cândido Portinari continuará sendo um dos principais pontos do projeto, foi onde esse sonho começou. Expostos na calçada na Rua Cândido Mendes no centro de Macapá obras de artistas amapaenses encantavam os passantes em uma manhã de sexta-feira 13, e essa era a 2ª edição...
Tudo começou assim, e agora um ponto fixo foi criado e fica localizado na avenida Duque de Caxias, na esquina com a rua Leopoldo Machado, no Centro de #Macapá . Os artistas também irão comercializar suas obras que variam de R$ 200 a R$ 2.000 reais e as exposições acontecerão nos domingos e feriados. As obras retratam paisagismos, pontos turísticos da cidade e imagens que simbolizam fé e devoção. 
Os autores das obras buscam com esse projeto o reconhecimento e valorização profissional. 

"A exposição tem esse título porque ela é aberta a quem quiser ver, e nosso objetivo é evar a arte e a cultura para a sociedade em geral, que também gosta de cultura, mais muitas vezes não possuem tanto acesso.Nossa preocupação é nao deixar essa casa de arte morrer, pois ela faz parte de nossa historia, e vários artistas que despontam no cenário nacional e internacional passaram por aqui. Por isso vamos continuar valorizando este grande ponto cultural em nossa cidade", diz Ivan Amanajás quando fala da arte da diversidade e de compartilhar talentos sem esquecer onde tudo começou.

Parabéns aos criadores dessa ARTitude !!【ツ
Fotos: Jornal Extra www.portalextra.com.br

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Troque-Verde...


Que tal organizar em seu bairro ou em sua cidade um?
Que você seja um profissional da jardinagem ou apaixonado pelo verde, você pode mobilizar sua familia, amigos, colegas de trabalho, associações, etc.

O princípio deste encontro seria trocar plantas, astucias, conselhos e tudo o que possa ajudar a ter um jardim, um pequena parte do planeta em suas mãos. Assim todos estariam ajudando a melhorar sua rua, bairro e cidade. 
Não devemos deixar tudo nas mãos dos prefeitos, e também devemos tomar iniciativa  de melhorar o ambiente que vivemos.
todos participam :)
E para que essa idéia tenha mais êxito, entre em contato com os órgão responsáveis da urbanização de sua cidade para pedir parceria e apoio nessa idéia :).
De onde vem essa idéia...
O primeiro troc-vert aconteceu há 9 anos na cidade de Montreuil na região de Ilha de França, e assim cresceu e se espalhou por varias cidades da França. Um encontro de jardineiros, urbanistas, habitantes, botânicos entre outros.

sábado, 10 de novembro de 2012

BIOJARI,as mudanças começam a partir de novas idéias

Elizabete Rodrigues, Adymailson Santos e Thysianne Teixeira
Um projeto que nasceu da vontade de ajudar a mudar a vida de uma comunidade. Assim surgiu o BioJari: As mudanças começam a partir de novas idéias.  Ele foi desenvolvido pela professora e orientadora Elizabete Rodrigues e três alunos da Escola Estadual Mineko Hayashida do Municipio de Laranjal do Jari(Amapá), Adymailson Santos, Islla Marreiros e Thysianne Teixeira,técnicos em manutenção de computadores. 
Depois de vivenciarem todos os anos os mesmos problemas no município de Laranjal do Jari(Amapá), de enchentes e incêndios, surgiu o BIODIGESTOR. 
As moradias de Laranjal do Jari são caracterizadas por palafitas, e sofrem pela falta de saneamento basico e tratamento do lixo doméstico, o que causa problemas anualmente quando a estação chuvosa chega.
Vivenciando diariamente essa problemática fora e dentro da escola, pois a maioria dos desabrigados ficavam hospedados no local durante as enchentes, Elizabete e seus alunos tiveram a idéia de desenvolver o projeto BIOJARI. Eles foram ao encontro dos habitantes do bairro das Malvinas para saberem quais suas principais dificuldades. Depois dos problemas serem diagnosticados, a equipe de novos invetores desenvolveram o biodigestor. Uma invenção planejada no laboratório no fundo do quintal com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população de Laranjal do Jari. Ele se trata de um recipiente lacrado feito com duas caixas d'água preenchido com lixos e esgoto. O estudante que participa do projeto Adymailson Santos explica o processo "Cerca de 15 a 25 dias produz o gaz metano, e esse gaz seria distribuido através de tubulaçoes para a população".
Maquete do projeto BIOJARI

Eles fizeram esquema no computador e testaram o modelo que funcionou,  escreveram o projeto em feiras de ciências no Brasil todo. Enfim eles foram selecionados para participar da 27ª Mostra de Ciência e Tecnologia - MOSTRATEC em Novo Hamburgo-RS. Essa feira destina-se a apresentação de projetos de pesquisa em diversas áreas do conhecimento humano, realizados por jovens cientistas do ensino médio e da educação profissional de nível técnico.
www.mostratec.com.br
E assim eles apresentaram o BIOJARI e ficaram entre os melhores, e foram premiados com o INTEL o principal prêmio do evento que deu direito de participarem no mês de maio na cidade de Pittsburgh(EUA) da maior competição pré-universitária de Ciências e Engenharia do mundo, a ISEF. 
Mas os problemas continuavam no caminho, eles conseguiram as passagens de avião, mas ainda faltava outras burocracias, como fazer o passaporte e adquirir o visto, mas isso não fez perderem o estímulo. De volta a Laranjal a equipe  fez o que pôde para conseguir dinheiro, o esforço foi grande, Elizabete pagou aulas de professor de inglês para ajudá-los, gravou a apresentação do projeto em inglês no celular de cada um, assim eles poderiam praticar de acordo com seus tempos disponiveis, e em qualquer lugar. 
Professor de Inglês
E assim eles chegaram na Pensilvânia e ganharam medalhas e diploma da Marinha Americana e uma certeza, que só a perseverança no que se acredita pode construir sonhos...Como diz a musica de  meu querido Renato Russo "nunca deixem que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem, de que seus sonhos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém...."
O trabalho desses jovens guerreiros inventores do amanhã continua, e as propostas para o municipio estão de pé, esperando que os gestores façam seu trabalho e apoiem solução realizáveis como esta para a melhoria de vida do cidadão.
Que esse exemplo não fique apenas sendo usado para propaganda política e que esses jovens encontrem apoio de gente que quer ver o Brasil avançar dignamente.
Vejam o video do Fantástico:http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/v/professora-do-para-ajuda-alunos-do-amapa-a-realizarem-um-grande-sonho/1966353/

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Talentos na escola...

Projeto Cultural da Escola Publica de Macapá Esther Virgolino Foto:http://www.agenciaamapa.com.br/fotos/3487/
Olhando do lado de cá a minha cidade Natal,Macapá, fico cada vez mais orgulhosa, sei que ainda existe muito trabalho pela frente, mas o começo é esperançoso. 
Projetos culturais e ambientais essas são duas diretrizes que a educação precisa firmar. Não sou uma especialista em educação, sou apenas um apreciadora de talentos que observo os tesouros da humanidade através de minhas lentes fotográficas; e através delas consigo desvendar o desejo de viver e vencer. Vencer na maneira de realizar seus sonhos, de poder ter um lugar ao sol, de poder vibrar com o talento que cada um de nós guardamos dentro de si.
Tenho um percurso profissional e pessoal vivido completamente dentro do saber. Minha mãe professora, meu pai economista, pessoas simples, mas que souberam dar o ensinamento necessário para seus noves filhos, onde a educação foi a base de nosso crescimento...quando falo de "educação" falo de valores da vida humana e que através deles aprendemos a respeitar as diferenças, pois é ai que está um dos maiores entraves do desenvolvimento. O diferente é sempre posto de lado ou tido como um obstáculo para continuarmos a caminhar.
Outro dia vi um debate na UNESCO sobre " Uma educação de qualidade para os jovens" um discussão que não tem fim, procuram "receitas milagres" ou um "modelo" eficiente...impossível de encontrar um antídoto, pois somos diferentes, cada um pensa e age diferentemente, por isso fazer o jovem um modelo unico é perda de tempo. 
Um exemplo aqui na França na cidade que moro Dole na França. Eu percorro todos os dias as ruas da cidade, os eventos, as escolas e bibliotecas. 

O método que está ajudando os jovens a encontrar novas saídas para seus projetos profissionais, é  a escola técnica. Atualmente elas encontram-se em pleno desenvolvimento devido a demanda da maioria dos jovens que não querem continuar seus estudos em direção a universidade e procuram logo o mercado de trabalho. Uma necessidade de cada um de ter seu próprio espaço e suas responsabilidades. Mas por outro lado a vida cultura da cidade vive ainda no passado. Os eventos que são feitos, a maioria são em torno das pessoas célebres de outrora, claro eles devem serem lembrados, mas como podemos salvar um patrimônio memorial de uma região ou de país se não agregarmos à esse projeto o futuro?
Area em frente da Mediateca da cidade de Dole
Na Mediateca da cidade os jovens são numerosos, eles se reunem em frente a um dos maiores centros de cultura da região, mas eles preferem ficar na rodada de amigos ouvindo musicas, e claro navegando no facebook. Eu frequento semanalmente a mediateca a procura de fontes para meus artigos e a maioria dos frequentadores são idosos, adultos e crianças...uma biblioteca tão rica precisa falar e se expressar caso contrário será fadada ao mofo e as traças. Conversando com um dos funcionários eu pergunto sobre projetos culturais para os jovens, musica, teatro, dança, etc...ele me diz que "Antes tinham eventos com concertos e exposições para jovens talentos, mas tudo isso foi esquecido hoje só temos dinheiros para as exposições e eventos que não são de interesse da maioria dos visitantes".
Nós precisamos assegurar que o desenvolvimento de projetos e programas visando a educação são diferenciados em cada país, cada um tem suas características somente valorizando esses pontos eles podem crescer e proteger sua cultura. A base é a universalidade dos valores e precisa ser valorizada para que  não sejamos classificados por guetos de ricos e pobres.
A educação de qualidade não se limita apenas na aquisição de competências em cada dominio de estudo, mas sim em temas relacionados ao mercado de trabalho, a insistência nos valores universais, morais e a capacidade de inovar são qualidades necessárias para se formar um cidadão do mundo.
Projeto Cultural da Escola Publica de Macapá Esther Virgolino Foto:http://www.agenciaamapa.com.br/fotos/3487/
Por isso BRAVO aos organizadores da diversidade cultural do Amapá, estamos sim no rumo certo sem valorizar as diferenças de nossos talentos a cultura não pode viver e nem ter amanhã.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Hortas nos terraços de Paris...

 

No ano passado pela época da estação primavera, Nicolas Bel e seu socio Nicolas Marchal, todos os dois engenheiros investiram no telhado da escola AgroParisTech, losalizada no coração de Paris. Com a ajuda do Museu Vivant e do INRA- Centro Publico de Pesquisa Agronômica, eles transformaram este grande terraço de 800 m² em horta experimental de frutas e legumes. 



Neste laboratorio a céu aberto os dois Nicolas procuram optimisar e adaptar a cultura de frutas e legumes ao meio urbano.
Eles comparam uma multitude de substâncias onde crescem tomates e alfaces: da terra tradicional do compostos orgânicos, e madeira, colocando algumas minhocas e champignons para criar um ecossistema mais produtivo e adequado ao novo ambiente. 


Ao final os dois pesquisadores  esperam colocar a disposição dos interessados produtos leves, de produtividade continua, fabricados a partir de origem urbana e que  se adaptam a facilidade de cultivo simples. Os primeiros resultados são esperados nos proximos meses.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Intercâmbio Italo-amapaense°°°



Itália e Amapá acertam intercâmbio 
para agricultores familiares.
Brasília, 06/06/2013 – A deputada federal Janete Capiberibe e o senador João Alberto Capiberibe, ambos do PSB/AP, reuniram-se, na Itália, com o presidente da Confederação Italiana de Agricultores e presidente da Confederação Internacional de Cooperativas Giuseppe Politi. Os parlamentares brasileiros foram propor o intercâmbio entre agricultores familiares amapaenses e italianos com o objetivo de desenvolver práticas de agricultura familiar sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico.





Ficou acertado que Politi viajará ao Amapá em outubro, liderando uma comitiva italiana que vai encontrar-se com agricultores familiares e representantes dos setores econômico e político do estado. Depois disso, a intenção é que agricultores ou famílias inteiras de agricultores viajem ao outro país para viverem experiências diferenciadas. Um projeto semelhante já é desenvolvido com o Paraguai. Capiberibe recorda que a Itália tem uma agricultura familiar milenar bastante organizada e economicamente viável.


O embaixador brasileiro em Roma, José Viegas, afirmou que será um facilitador das cooperações entre as instituições italianas e o estado do Amapá. A deputada Janete, o senador João Capiberibe e o senador italiano Guido Pollice encontraram-se com Viegas em almoço que lhes foi oferecido pela Embaixada Brasileira em Roma.


Na terça-feira, 05, à tarde, encontraram-se com a vice-presidente do Senado Italiano e membro do Parlamento Europeu, a senadora Emma Bonino. A parlamentar de esquerda, identificada com a defesa dos direitos humanos, sensibilizou-se com as ações para inclusão das parteiras tradicionais e, especialmente, de atenção às mulheres vítimas de acidentes ribeirinhos com escalpelamentos relatadas pela deputada Janete Capiberibe. A senadora aceitou o convite para conhecer o Amapá. Uma delegação deverá viajar ao Brasil em data ainda não prevista. Ambas já haviam estado juntas, em 1996, no Parlamento Europeu.


Sizan Luis Esberci
Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP
61 3215 5209

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ARTE e a missão primavera na França...

Vermes de terra,nogueiras, pássaro-xaréu , vegetação urbana, borboletas migratorias : as 6 primeiras missões da Primavera corresponde à todos os gostos.  
No dia  29 de fevereiro de 2012, é o lançamento de "Missões da Primavera" ! As midias  ja começaram a falar dessas missões. Uma ocasião de levar informações mais precisas sobre o calendario das missões, e inumeros encontros serão propostos durante todo o projeto.

Dia 29 de fevereiro de 2012, Missões Primavera fara sua abertura acolhendo o publico que ira participar dessas missões pelo planeta.A primeira missão será  «Realizar a segunda cartografia de vermes de terra direcionada à França". Uma primeira pesquisa participativa ludica, mas que responde às grandes pesquisas cientificas. Os participantes que estiverem inscritos poderão ajudar Daniel Cluzeau, da Universidade de Rennes 1, para realizar o segundo estudo nacional sobre os vermes de  terra. Desconhecidos, eles são portanto os habitantes mais importantes (em termo de volume, de massa e densidade). O unico mapeamento cartográfico que os consagrou na França data de mais de 40 anos. O conhecimento de 100 espécies subterrâneas é fundamental para entender como vivem e evoluem nos solos.
No dia 7 de março de 2012, você poderá  seguir a segunda missão, a floração  das nogueiras, para observar a chegada da primavera e constatar as eventuais mudanças (pertubadas pela recente vaga de frio que assolou a França inteira), visualizar as diferenças segundo as latitudes das diversas paisagens.

No dia 14 de março de 2012, a Missão primavera propõe a terceira missão:     observar as primeiras aparições das osgas. Saindo pelo beo tempo para captar os primeiros raios de sol, eles são as sentinelas  da primavera.
pássaro-xaréu  
Le 21 mars 2012, na quarta missão: escutar a chegada do pássaro-xaréu nas florestas. Utilisando o telefone celular e a aplicação para registrar o canto deste passaro. Na verdade é dificil de encontrá-lo, é mais facil escutá-lo.

Le 28 mars 2012, na quinta missão: observaremos a natureza nas cidades! Com o Museu Nacional de Historia Natural os participantes dessa missão, ajudarão os cientistas a compreender como as arquiteturas urbanas, os seres humanos e as plantas selvagens da cidade se comportam durante essa a cjegada desta estação.
A Bela Dama
Le 4 avril 2012, nessa sexta missão ela nos levará a seguir o frágil e mais incansável maratonista das migrações, 3 borboletas de dia. Entre elas a , la Belle-Dame, que desde a Africa do Norte atravessa o Mediterrâneo, a Europa, e mesmo os Alpes para até a Escandin á via.

As missões continuam...http://missionsprintemps.arte.tv

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Lei sobre mineração nas terras indígenas...

Deputada Janete Capiberibe integra comissão que debate lei sobre mineração nas terras indígenas  

Brasília, 14/02/2012 – A deputada federal Janete Capiberibe (AP) foi indicada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) para integrar a Comissão Especial que debaterá o Projeto de Lei 1.610/1996. A Comissão vai elaborar o relatório ao projeto que “dispõe sobre a exploração e o aproveitamento de recursos minerais em terras indígenas, de que tratam os artigos 176, parágrafo primeiro, e 231, parágrafo terceiro, da Constituição Federal”.

A socialista amapaense disse que vai convidar à Comissão lideranças indígenas de todo o país, especialmente da Amazônia, para que o texto a ser aprovado pela Câmara seja fiel à vontade daquela população. Ela defende, ainda, que as populações indígenas às quais as terras foram confiadas tenham direito de vetar a exploração de minérios se considerarem essa a melhor decisão.

Povos indígenas – O Amapá tem 4,8 milhões de hectares de Terras de Indígenas. Numa faixa que vai do Amapá ao norte do Pará há 8 terras indígenas demarcadas (7 homologadas) ocupadas por 10 grupos indígenas. Cerca de 5 mil 350 amapaenses se autodeclararam indígenas no último Censo do IBGE, 0,8% da população.

Nos estados da Amazônia Legal brasileira, cerca de 383 mil 380 pessoas se autodeclararam indígenas, sendo 309 mil 430 na área rural e 74 mil 525 na área urbana, conforme o Censo IBGE 2010. Estão englobados os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão.

Hoje, no Brasil, vivem 817 mil índios, cerca de 0,4% da população brasileira, segundo dados do Censo 2010. 11% mais pessoas se autodeclararam indígenas na comparação com o Censo 2000. Eles estão distribuídos entre 688 Terras Indígenas e algumas áreas urbanas. Há também 82 referências de grupos indígenas não-contatados, das quais 32 foram confirmadas. Existem ainda grupos que estão requerendo o reconhecimento de sua condição indígena junto à FUNAI.

Teor – O Projeto de Lei 1610/96, de autoria do Senado, permite a lavra de recursos minerais em terras indígenas por meio de autorização do Congresso Nacional e com pagamento de royalties para os índios e para a Fundação Nacional do Índio (FUNAI).

Desde que começou a tramitar na Câmara, há mais de 15 anos, o projeto tem sido motivo de polêmica por causa de divergências entre as expectativas dos povos indígenas e os interesses das empresas de mineração.

A principal preocupação dos índios se concentra nos possíveis impactos socioambientais que a atividade causaria nas aldeias. As mineradoras, por sua vez, argumentam que a pesquisa e a lavra de minerais nobres, como ouro, diamante e nióbio - utilizado em usinas nucleares -, atendem interesses nacionais e são fundamentais para o desenvolvimento do País.

Outra comissão especial que analisou o projeto, instalada em 2007, encerrou seus trabalhos no fim da legislatura passada sem votar o relatório final. Esse relatório previa a realização de licitação para a exploração de minérios em terras indígenas. Hoje, a escolha da empresa exploradora é feita diretamente pelo Poder Executivo.

O PL 1610/96 tramita apensado a outras três propostas (7099/06, 7301/06 e 5265/09).

Texto e foto:
Sizan Luis Esberci
Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP
Com informações da Agência Câmara, IBGE, FUNAI, IEPE e CIMI.
61 3215 5209

domingo, 25 de setembro de 2011

Campus binacional em Oiapoque - UNIFAP...


Na semana em que políticos locais discutem as inquietações e as conseqüências socioeconômicas que a inauguração da ponte sobre o Rio Oiapoque representará para o Estado, a Universidade Federal do Amapá (Unifap) dá uma boa notícia: o início das obras do campus binacional. A implantação da instituição ao norte do Amapá é um dos frutos da assinatura do Plano de Ação Franco-Brasileiro assinado na cidade de Saint Georges em 2008.

Os trabalhos foram autorizados pelo Governo Federal e iniciaram na última quinta-feira (22). A previsão de término é de 540 dias, cerca de um ano e meio. Uma equipe formada por técnicos e professores da instituição esteve presente no município fronteiriço para acompanhar os trabalhos iniciais. As obras importam um volume de recursos na ordem de R$ 4. 734, 824,88, captados junto ao Governo Federal por meio do Ministério da Educação (MEC).


Uma das características do campus binacional será o fortalecimento da formação indígena. A peculiaridade do município, com a maciça presença de aldeias em seu território, é a justificativa para o investimento intelectual nessas populações. O reitor da Unifap, professor José Carlos Tavares, adiantou que a meta é levar ao Oiapoque cursos voltados para a área da saúde, além dos já programados por uma comissão formada por professores de vários colegiados da Unifap. “A formação indígena nesse campo é de extrema importância para sanar esse [assistência em saúde] que é um dos maiores problemas apontados pelos próprios índios”, afirmou o professor.

O reitor informou que uma equipe de professores da área de saúde será destacada para começar a formatação e estudar a viabilidade de fundação desses cursos. Crianças da rede pública de ensino e Índios de diversas etnias estiveram presentes para prestigiar o início das obras. Erlis dos Santos Karipunas, morador da aldeia do Piquiá, disse que seria ideal para os índios receber formação em saúde. “Nós estudaríamos na região e poderíamos usar os conhecimentos adquiridos para cuidar dos nossos pares”, avaliou.

A Francophonie no meio do mundo

No dia 1° de setembro professores e alunos do curso de francês do Centro Cultural Amapaense estiveram no #lecafebistrot ,localizado ...