domingo, 18 de março de 2012

Jura país dos óculos°°


 200 anos de talento, crianção, tecnologia e respeito ao meio ambiente...Morez-Jura, o berço dos óculos…
Uma história contada através das coleções reunidas pelos antigos fabricantes de óculos preocupados de preservar e de transmitir a memória de sua profissão. Voltamos no tempo, na cidade de Bienne na Suiça, a qual utilizou por longo tempo a energia que alimentavam as fabricas.
Pouco a pouco se cria uma verdaeira industria em 20 anos a produção dos ateliês instalados na cidade Morez passa de 3000 a 720000 peças. Com o crescimento da demanda faz viver toda uma região através de dezenas de outras profissões de uma excelência em produção e tecnologia de precisão, como os relogios e  metais preciosos.
No apogeu desta industria em 1900, 12 milhões de óculos e de  pince-nez  são produzidos o que permite a cidade de Morez no Jura, de alcançar o titulo de capital mundial dos óculos.
Morez-Jura capital dos óculos
Hoje 10 milhões de armações são produzidas cada ano e exportadas pelas 3500 fabricas da região de Morez, ou seja 55% da produção nacional.
pince-nez
Museu dos óculos na cidade de Morez-Jura
O Museu dos Óculos foi criado desde 2003 propõe aos visitantes um viagem no tempo na descoberta do gênio industrial dos jurasiens(moradores da região do Jura). Uma história que continua a ser escrita pois ela exporta ses produtos para o mundo inteiro. 
São 200 anos de história dos óculos de sua produção atesanal à produção industrial.

Uma formação de tecnologia de ponta...
Colégio Polivalente Victor Bérard na cidade de Morez - Jura
Depois de 75 anos o Colégio Polivalente Victor Bérard situado no coração do Parque Natural do Jura recebe alunos nos dominios da Microtecnologia, Gênio óptico e da fabricação de óculos.
Este estabelecimento escolar foi a concretizado devido a vontade dos profissionais fabricantes e criadores de óculos que associaram sua produção aos técnicos formados e com aptidões necessarias de continuar a produção dos produtos locais.
A plataforma tecnologica DISO( desenvolvimento e integração de soluções Opticas) permite uma ligação permanente dos estudantes, das empresas e o mundo da pesquisa e a universidade. Um estabelecimento escolar de ponta em inovação tecnológica, permitindo assim aos alunos desta excelência.

O nome do estabelecimente é em homenagem a Victor Bérard, nascido a Morez (Jura) em 1864, morto em 1931, helenista, diplomata e homem politico francês, é conhecido pela sua bela tradução da Odisséia de Homero, assim que pelas tentaticas de reconstituir as viagens de Ulisses. Depois de gerações de fabricantes de óculos, oftamologistas e técnicos de empresas são formados no Colégio Victor Bérard onde se aprende a profissão de fabricantes de óculos depois de mais de um século. 

As marcas de óculos produzidas no Jura



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sexta-feira, 16 de março de 2012

Equinócio das Águas 2012°°°

"aequinoctium", vem do latim, quer dizer “dia igual a noite” 
A capital do Estado do Amapá, Macapá, é a única capital brasileira cortada pela linha do Equador. Duas vezes ao ano, os habitantes et turistas têm o privilégio de observarem o fenômeno chamado de Equinócio, uma manifestação em que os raios do sol, no seu movimento aparente, incidem diretamente sobre a linha do Equador. Nesse período, os dias e as noites têm a mesma duração em todo o planeta. A ocorrência desse fenômeno se dá em dois momentos: em março, conhecido como equinócio da Primavera; e em setembro, chamado de equinócio de Outono. 
O Equinócio este ano será às 2h14 do dia 20 de março. Uma programação em Macapa  de 20 a 24 de maço será  realizada pela  Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com outras instituições governamentais e a iniciativa privada.

Macapá é a unica capital que podemos observar essse magnifico fenômeno e a quinta capital do mundo cortada pela linha imaginaria do Equador. 


Equinócio Das Águas 2012 Diaporama: Nara’s trip from Dole, Franche-Comté, France to Macapa, État d'Amapá, Brésil was created by TripAdvisor. See another Macapa slideshow. Create your own stunning free slideshow from your travel photos.
Programação

Dia 20 (terça-feira)
Manhã: a partir das 8h, café da manhã ao público com abertura oficial da programação; assinatura do Protocolo de Acordo entre Setur e o Sindicato Misto do Parque Natural da Guiana Francesa e início da Gincana Fest Tur no Meio do Mundo

Tarde: a partir das 14h, continuação da Gincana Fest Tur no Meio do Mundo, até às 19h
Noite: a partir das 20h, premiação para as escolas vencedoras e apresentações de banda de pop rock

Dia 21 (quarta-feira)
Manhã e tarde: ação A Escola vai ao Meio do Mundo, através da visitação de alunos das escolas públicas - três de Macapá pelo turno da manhã e três de Santana pelo turno da tarde - aos centros de interesses montados no espaço do Monumento Marco Zero, sob monitoramento de técnicos da Setur e de recepcionistas que prestam serviço no Centro de Atendimento ao Cliente do Monumento Marco Zero

Noite: a partir das 18h, concentração do encerramento da caminhada do "Dia Internacional do Combate à Discriminação Racial". A partir das 19h, apresentação cultural (violão e voz)

Dia 22 (quinta-feira)
Manhã e tarde: ação A Escola vai ao Meio do Mundo

Noite: a partir das 19h, apresentação cultural (violão e voz)

Dia 23 (sexta-feira)
Manhã e tarde: ação A Escola vai ao Meio do Mundo

Noite: a partir das 18h, ciclo de palestras voltadas para acadêmicos e população em geral
Palestrante: Germano Bruno Afonso, astrônomo do Museu da Amazônia, pesquisador de Etnoastronomia (astronomia Indígena) e Arqueoastronomia. Formado em Física, mestrado em Ciências Geodésicas, doutorado em Astronomia e pós-doutorado em Astronomia. A partir das 21h, apresentação cultural (escola de samba e pagode)

Dia 24 (sábado)
Projeto Marabaishow no Meio do Mundo, uma estratégia de promoção que visa divulgar a cultura do Marabaixo e promover um dos principais cartões postais de Macapá

Manhã: 8h às 12h: Palestra "Educar para não descriminar - Religião de Matriz Africana"

Tarde: 16h às 19h: Lançamento do livro da Doutora Piedade

Noite: a partir das 20h, apresentação de grupos de Marabaixo

quinta-feira, 15 de março de 2012

Quelônios da Amazônia°°°




A REBIO do Parazinho criada em janeiro de 1985, tem como bandeira o Projeto Quelônios da Amazônia (Q.AMA), de proteção da Tartaruga da Amazônia (Podocnemis expansa), mas que também serve de abrigo para várias outras espécies, que se valem de um ambiente pouco impactado para se perpetuarem. 
Este ano a equipe e a comunidade comemoram o sucesso em relação ao ano de 2011 foram devolvidas ao rio somente 35 tartarugas, um número inferior cerca de 2.000% com relação a este ano com mais de 700 filhotes. O crescimento é considerado fruto do trabalho dos profissionais que trabalham na Rebio do Parazinho, que desenvolveram novas técnicas que permitem que os embriões sofram menos danos durante o manejo. Na base do Parazinho trabalham técnicos, oceanógrafos e biólogos, junto com a comunidade .
Fotos: Agência Amapa Noticias

quarta-feira, 14 de março de 2012

em Defesa da Navegação Fluvial na Amazônia...


Senador Flexa Ribeiro, deputada Janete Capiberibe, senador João Capiberibe e governador Camilo Capiberibe
Deputada Janete coordena Frente para disputar recursos e políticas para a navegação na Amazônia

Brasília, 13/03/2012 – Na reinstalação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Navegação Fluvial da Amazônia, a presidente do grupo, deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), alertou sobre a precariedade do transporte fluvial na região amazônica e defendeu uma linha de crédito especial para fomentar a construção de novas embarcações. De acordo com a parlamentar, os recursos devem vir do Fundo da Marinha Mercante, que até o final de 2014 deve acumular R$ 30 bilhões. “Desse volume todo de recursos, nada chega aos estaleiros da região amazônica”, reclamou. 
Estima-se que mais de um milhão de embarcações circulem na região Norte do País, o principal meio de transporte da população, também movimenta a economia local, tanto com a construção de barcos, como com o transporte de cargas. Como frisou o governador do Amapá, Camilo Capiberibe. “A navegação na Amazônia não é só um meio de transporte, mas uma indústria”, disse.
Senador João Capiberibe, governador Camilo Capiberibe e representante da AGU Késia Mendes Neiva 
Sustentabilidade – O problema é que esta indústria está defasada. Segundo o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), apesar das vantagens do escoamento de cargas por rios em relação às rodovias, apenas 5% deste tipo de transporte é fluvial. Ele citou como exemplo a região norte do Matogrosso, que produz 6 milhões de toneladas de soja e escoa a produção por rodovias, encarecendo os grãos. “Ao invés de escoar pela saída natural que são as hidrovias, eles saem de carretas, descem para o porto de Paranaguá e de Santos na contramão do destino. Além de congestionar as rodovias, encarecem o produto brasileiro para a exportação”, explicou.
O senador João Capiberibe (PSB/AP) lembrou que o debate sobre navegação fluvial está em alta com a realização da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorre em junho. “A navegação fluvial é uma atividade sustentável, que pode ser debatida e se chegar a uma política para a Amazônia”. Para ele, essa política vai além do crédito, inclui a modernização da frota com pesquisa e desenvolvimento tecnológico. 

Acidentes – Além de naufrágios, a população amazônica ainda convive com os escalpelamentos, acidente em que as mulheres têm seus cabelos e couro cabeludo arrancados quando estes se enroscam ao motor do barco. O tema ganhou visibilidade nacional em 2007, quando a deputada Janete Capiberibe realizou um ato na Câmara dos Deputados para pedir assistência às mulheres vítimas de escalpelamentos. Com a realização de campanhas, o Amapá não registrou nenhum acidente deste tipo em 2011, mas o estado do Pará já registrou cinco, só nos dois primeiros meses de 2012. 
A presidente da Associação de Vítimas de Escapelamentos, Rosinete Serrão, resumiu o desejo dos ribeirinhos. “Escalpelamento zero e navegação na Amazônia livre de qualquer tragédia”, defendeu.
Domingos Marreiros, Rosinete Serrão, Dep.Janete , defensora Luciene Strada e José Renato Fialho, da ANTAQ
Estaleiros tradicionais – A renovação da frota vai atacar o problema em várias frentes, explicou a defensora pública da União, Luciene Strada. A defensora apresentou um projeto de financiamento para compra de novos motores para os barcos da região. Segundo ela, a medida vai gerar economia de combustível; redução do tempo de viagem, com motores mais velozes; além da legalização dos veículos. 
A próxima medida será remodelar as embarcações de acordo com as normas de segurança ditadas pela Marinha. A ideia é realizar um concurso entre os ribeirinhos para eleger os modelos ideais. Presidente da Associação de Construtores de Barcos do Amapá, Domingos Marreiros, adiantou que participará do concurso. De uma família tradicional de carpinteiros, Domingos se entusiasmou com a possibilidade de aprender novas técnicas de construção dentro das normas de segurança.

Reivindicações – A armadora Sônia Guedes entregou à deputada Janete Capiberibe um documento com reivindicações do setor para aprimorar o transporte de cargas e passageiros na Amazônia. Ela reclamou, por exemplo, das altas multas aplicadas aos armadores, da não isenção de tributos sobre essa modal de transportes, da precariedade das instalações para embarque e desembarque de passageiros e cargas na Amazônia e do alto índice de crimes que afetam a navegação. “Não tem isenção nem direito ao Simples”, reafirmou.
Auxiliadora Reis Borges, da Fenavega, protestou com o fato de que o CIDE (Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico) que incide sobre os combustíveis seja revertido apenas em investimentos nas rodovias e não nas hidrovias da Amazônia.
Compareceram ao evento representantes da iniciativa privada, do setor de transporte fluvial de cargas e passageiros, do Governo Federal, da Secretaria do Governo do Amapá em Brasília e da Agência Nacional de Transporte Aquaviário – ANTAQ.

Fotos: André Abrahão
Texto: Letícia Alcântara

Sizan Luis Esberci
Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP
61 3215 5209

o tatu bola novo mascote da COPA 2014°°°

O tatu-bola acaba de ser escolhido pela FIFA para ser o mascote da Copa de 2014. No início do ano a Associação Caatinga idealizadora da campanha, fez o lançamento da mesma através das redes sociais e da internet. A repercussão foi tão grande que a campanha se espalhou pelas rádios e televisões. A proposta surgiu como ideia de aliar a preocupação e compromisso ambiental ao maior evento esportivo do planeta, através do tatu-bola que no próprio nome tem a protagonista do futebol além de ser 100% brasileiro e uma das poucas espécies com a capacidade de assumir a forma de uma bola quando se sente ameaçado. 
Trata-se de uma espécie muito ameaçada e para salvar ela da extinção precisamos de esforços e investimentos na proteção das florestas da Caatinga e do Cerrado. Animada com o anúncio a Associação Caatinga continuará empenhada para que a Copa do Mundo de 2014 deixe um importante legado ambiental além dos legados na infraestrutura e na mobilidade urbana. Após a Copa queremos que o tatu-bola e muitas outras espécies ameaçadas continuem existindo. 
O tatu-bola vai ser o mascote da Copa de 2014. A noticia não é confirmada pela Fifa, mas informações divulgadas pela agência "Futebol Interior" e pela revista "Veja" revelam que o mascote terá cor azul, calção verde e camisa branca. O animal símbolo da Copa será apresentado oficialmente em outubro e, segundo a agência, a Fifa organizará uma enquete pública para escolher o nome do mascote.

Como todos sabem, o tatu é um mamífero coberto por uma carapaça resistente. Quando acuado, enrola-se fortemente no formato de uma bola. No Brasil, o animal é comum em várias regiões, especialmente nas áreas de floresta de Cerrado e também de Caatinga. Há alguns meses, uma ONG do Nordeste iniciou umacampanha em defesa do tatu como mascote. A ideia é colocar o animal em destaque para evitar sua extinção.

terça-feira, 13 de março de 2012

O desastre que se avizinha°°°

Montanha da Estrela na BR156 Macapa-Amapa

“Se não for construído um novo projeto, a maioria do Congresso entrará para a história como a grande responsável pela degradação ambiental do planeta”por Congresso em Foco | 13/03/2012 07:00 

A decisão sobre o futuro das águas, das florestas, da produção agropecuária e da vida nas áreas rurais e urbanas depende do debate travado no Congresso Nacional em torno do Código Florestal. Mas nesta votação, na Câmara dos Deputados, depois da primeira votação em maio do ano passado e do substitutivo aprovado no Senado Federal, os deputados que defendem a segurança ambiental no Brasil têm pouco o que fazer. Não há o que mudar daquilo que Câmara e Senado já aprovaram.

Se a votação não for adiada para ser construído um novo projeto, sem atropelos e unilateralidade, a maioria do Congresso entrará para a história como a grande responsável pela degradação ambiental do planeta.

Apenas uma parte dos deputados está disposta a manifestar sua posição contrária à supressão da legislação ambiental no país. Estou entre eles.

Implantado no Brasil na década de 1960 e reformado positivamente nos anos 1980, o Código Florestal se tornou uma legislação ambiental modelo para outras nações que almejam reverter o esgotamento do seu meio ambiente e combater as causas do aquecimento global.

Demoramos uma geração inteira para que as determinações do código fossem cumpridas. E, quando chegamos nesse estágio positivo, um único segmento, o da agropecuária, tenta impor a toda a nação a destruição ambiental e a anistia aos crimes ambientais cometidos por poucos ao longo dos anos.

Ao contrário do que afirmam os ruralistas, foi sob a vigência do atual Código Florestal e do investimento público em pesquisas, novas tecnologias e financiamentos diretos que nos tornamos o 2º maior exportador mundial de alimentos em menos de 40 anos. Há um estoque de 51 milhões de hectares degradados que, recuperados, quase dobrariam a área cultivada. O Brasil registrou, na última década, redução na velocidade do desmatamento, ao mesmo tempo em que ampliava sua produção agrícola.

É falso o argumento de que o substitutivo beneficiaria os pequenos agricultores, já que eles estavam próximos à legalidade. As mudanças propostas vão beneficiar, principalmente, grandes proprietários que praticaram ilegalidades no passado, sejam agricultores, madeireiros, criadores de gado, mineradores, produtores de camarão e outros.

Segundo, o professor Eli Veiga, da USP, criadores de gado deixarão de devolver às Áreas de Preservação Permanente (APPs) 44 milhões de hectares de terras. Que país será esse se um grupo de privilegiados se der o direito de cometer crimes em benefício próprio na certeza de que poderão suprimir, em seguida, a lei que puniu outros e que os puniria?

Um estudo mostra que 92% das catástrofes ambientais, com centenas de mortes em diversos estados brasileiros – Alagoas, Pernambuco, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais –, ocorreram exatamente onde as APPs foram ocupadas ilegalmente. A redução ou supressão dessas áreas colocará em grave risco o abastecimento de água rural e urbano.

O que o texto substitutivo do novo Código Florestal propõe provocará a redução das APPs em até 60% na Amazônia. O Estado do Amapá, especificamente, está sendo punido por ter escolhido um modelo de desenvolvimento econômico sustentável, com a floresta em pé, e ter 76% do seu território ocupado por terras indígenas e unidades de conservação. Inconstitucional, o parágrafo 5º no artigo 13 do substitutivo aprovado no Senado só atinge o Amapá. Se for aprovado pela Câmara, 270 mil hectares de reserva legal poderão ser extintos legalmente.

Da mesma forma, o Congresso Nacional, vem ignorando, irresponsavelmente, as contribuições de entidades científicas como a Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e o Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA).

É preciso investir maciçamente em pesquisa e tecnologia para que a floresta em pé seja tão ou mais lucrativa do que se for derrubada. A geração e a distribuição de renda na Amazônia são perfeitamente possíveis pela exploração sustentável da floresta.

O Brasil não pode abolir uma lei que tem produzido resultados positivos, permitindo a produção agrícola com crescimento anual superior a qualquer outro país, e que determina o uso minimamente responsável do solo, da água, das florestas. O Brasil precisa mudar a mentalidade dos gestores públicos, parlamentares, investidores e produtores rurais e consolidar uma legislação ambiental responsável, sustentável e moderna.

Faço um apelo para que a presidenta Dilma Rousseff vete as alterações propostas ao Código Florestal, se aprovadas.

Pelo futuro do Brasil e da humanidade, a Nação deve dizer não às mudanças no Código Florestal!

*Deputada federal (PSB-AP)

segunda-feira, 12 de março de 2012

Coração é terra que ninguém vê °°°



Coração é terra que ninguém vê

Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.

Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.

Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão

Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...
Cora Coralina

A Francophonie no meio do mundo

No dia 1° de setembro professores e alunos do curso de francês do Centro Cultural Amapaense estiveram no #lecafebistrot ,localizado ...