quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Cinema solar...


Uma caravana- cinema que vem da Inglaterra movida unicamente a energia 100% solar. 



O cinema solar foi desenvolvido em 2009 com ajuda de artistas locais. Está situado no sul do País de Gales e viajam na Europa e através do mundo, levando o espetáculo da 7ª Arte em modo ecologicamente correto. Com painéis solares 120w, usam o sol  a 100% para movimentar o espetáculo, seja qual for a  previsão meteorológica.

A Inglaterra não é célebre por seus dias ensolarados, nós fizemos funcionar o cinema solar com vídeos projetores, sistema sonoro, computadores e a luz, unicamente com os painéis solares. Isto quer dizer, que nós não temos nenhuma fatura de energia e podemos projetar em qualquer lugar”, diz os criadores.
O projetor utilizado é alimentado por quatro baterias de lítio que recarregam via dois painéis solares de 120W. O Cinema Solar oferece oito lugares e não projeta certas produções julgadas de impacto violento.

A caravana dispõe de uma cinemateca completa com musicais, comédias e curtas-metragens sobre vários temas. Um projeto sem fins lucrativo e uma solução ecológica para os cinéfilos, e mais ainda sem fatura no final do mês para pagar.




Site do Cinema Solar:

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Um amapaense no Rugby

Depois de três anos morando fora do Amapá, e ainda em fase de adaptação, precisamos nos identificar de alguma maneira com o novo ambiente. A França toma conta de uma parte de nossos corações, mas sem esquecer de onde viemos. Hoje relato como o esporte ajudou meu filho a encontrar forças para ficar longe de seu país.
A cidade de Dole fica a 370km de Paris
Andrei chegou com 12 anos e começou a praticar o Judô, e logo depois ele foi convidado pelo seu professor de esporte de sua escola para jogar pela escola e em seguida pelo Clube da cidade USDOLE. Ele viaja com a equipe pela Europa, no ano passado sua equipe ficou em 7º lugar entre todas as equipes francesas no campeonato das escolas particulares. Há apenas dois anos que joga Rugby mas já se tornou sua paixão. 

Andrei a esquerda da foto
No jogo USDOLE x DIJON - Andrei primeiro da esquerda para direita posição Pilier
Sua posição é o Pilar do time, tem como função principal fornecer a estabilidade à formação ordenada e prover força para levantar e apoiar os saltadores no alinhamento lateral. Ser os pivôs de rucks e mauls. 


História do Rugby
Uma lenda reza que o desporto surgiu de uma jogada irregular do futebol, na qual um jogador do colégio de Rugby (situado na cidade inglesa com o mesmo nome, em Warwickshire), de nome William Webb Ellis, teria pegado a bola do jogo com as mãos e seguido com ela até a linha de fundo adversária, em 1823. Contudo, sabe-se que várias formas de jogo com bola existiram pela Europa no século XIX, e que tanto o Rugby Football (o rugby atualmente é controlado pela IRB) quanto o Football Association (o futebol atual  controlado pela FIFA) tiveram caminhos correlatos, sendo, portanto, dissidências de uma mesma forma de jogar futebol.
Dois séculos mais tarde, o rugby tornou-se um dos esportes mais populares do mundo, com milhões de pessoas jogando, assistindo, e apreciando o Jogo.
Bola de Rugby
 Entendendo o RUGBY


O Rugby Union sempre foi caracterizado pelo conceito de que é um esporte para todos os tamanhos e físicos. Na realidade, cada posição requer um conjunto distinto de aptidões físicas e atributos técnicos e é esta diversidade que o torna um jogo acessível a todos.
Desde a potência dos forwards até a velocidade dos três-quartos, existe espaço numa equipe de Rugby para qualquer um que queira um pouco de ação.
Uma equipe é formada por quinze atletas em campo distribuídos em 10 posições com características e funções específicas. Conheça cada uma das posições:

Pilares (1 e 3)
O que fazem: O seu papel primário é fornecer a estabilidade à formação ordenada ou scrum e prover força para levantar e apoiar os saltadores no alinhamento lateral. Ser os pivôs de rucks e mauls.
O que necessitam: Parte superior do corpo forte para gerar estabilidade no scrum, resistência, mobilidade e boas mãos para manter a continuidade.
Hooker (2)
 O que faz: O hooker tem dois papéis únicos no campo por ser atleta que disputa a posse da bola no scrum e introduz geralmente a bola no alinhamento lateral.
O que necessita: Muita força para conviver com o esforço físico exigido pela primeira linha aliado a velocidade para se deslocar pelo campo e uma boa técnica de arremesso para o alinhamento lateral.
Segundas-Linhas (4 e 5)
O que fazem: Segundas-linhas obtém a posse nos inícios, reinícios e laterais. É sua responsabilidade o movimento para frente no scrum, ruck e mauls gerando plataformas de ataque.
O que necessitam: A sua característica principal é a altura. Os segundas-linhas são os gigantes da equipe e combinam o físico com grande habilidade de recepção e mobilidade.
Asas (6 e 7)
O que fazem: O papel principal dos asas è ganhar a bola nas situações de retomada de posse, usando capacidade física no tackle e nas situações de disputa de posse.
O que necessitam: Ter um desejo insaciável de fazer bons tackle e uma destemida vontade de retomar a posse da bola. Uma combinação de velocidade, força, resistência e manuseio de bola.
Oitavo (8)
O que faz: O número 8 deve assegurar a posse na base do scrum carregar a bola no jogo aberto, e providenciar a ligação entre os forwards e os três-quartos nas fases de ataque e defender agressivamente.
O que necessita: Habilidade manual com a bola é essencial, assim como uma grande percepção de espaço. Potência e velocidade em distâncias curtas são cruciais – ganhar território, posição no campo e entregar a bola para os três-quartos no ataque.
Médio Scrum (9)
O que faz: Providencia a ligação entre os forwards e três-quartos nos scrums, alinhamentos laterais e jogo aberto. É o tomador de decisões da equipe, o 9 avalia e decide se é melhor distribuir uma bola rapidamente para os três-quartos ou mantê-la próxima com os forwards.
O que necessita: É uma posição multifacetada, o médio srcum tem que ser forte, ter uma velocidade explosiva, possuir todas as habilidades de manuseio e chutes de bola. Todos os grandes números 9 tem elevada auto-confiança e excelente compreensão do jogo.
Abertura (10)
O que faz: Sendo o atleta que orquestra a performance da equipe, o 10 recebe a bola do 9 e decide chutar, passar ou tentar romper a linha de defesa em uma fração de segundo da fase do jogo.
O que necessita: Ter habilidade de chutar quando tem a bola na mão com ambos os pés, o manuseio perfeito da bola, velocidade, visão, criatividade, comunicação, percepção tática e alto desempenho sobre pressão .
Centros (12 e 13)
O que fazem: Os centros são os atletas chave tanto em defesa como no ataque. Na defesa eles tentam tacklear enquanto em ataque eles utilizam a sua velocidade, potência e criatividade para romper a defesa.
O que necessitam: O centro moderno é magro forte e extremamente rápido. A posição exige grandes proezas ofensivas, aliada a intensidade no contato tanto para reter como para retirar a posse da bola.
Pontas (11 e 14)
O que fazem: Os pontas entram em campo para dar uma dose de velocidade necessária para abrir espaços na defesa e marcar pontos. E também para serem sólidos defensores.
O que necessitam: Velocidade. Os pontas frequentemente se encontram em espaço aberto, no qual a sua prioridade número um é acelerar e correr para a linha de in-goal. Força e bom manuseio de bola são boas vantagens também.
Full back (15)
O que faz: Geralmente é visto como o ultimo defensor. O full back deve ter confiança na recepção de bolas altas, ter um bom chute para aliviar a pressão e gostar do contato físico para executar os tackles salvadores de trys.
O que necessita: Enormes habilidades manuais, velocidade no ataque e potência na defesa. Habilidade de se juntar á linha de ataque com velocidade para criar superioridade numérica nos flancos da defesa e a oportunidade do ponta marcar pontos. Habilidades táticas e faro de jogo. 


O Rugby baseia-se numa ética unica que se manteve com o passar do tempo. 


O jogo não é apenas praticado de acordo co as leis, como também dentro do espirito das leis:
Um esporte para todos
As Leis providenciam a jogadores de diferentes portes, habilidades, gêneros, e idades, a oportunidade de participar dentro do seu nível de capacidade, num ambiente controlado, agradável, e competitivo. Todos participantes do jogo de rugby tem a obrigação de ter um conhecimento e entendimento completo das Leis do Jogo.
Manutenção da Identidade
As Leis asseguram que a manutenção das características distintas do Rugby sejam mantidas, através das suas formações como scrums, alinhamentos laterais, mauls, rucks, saídas de jogo e reinícios. Além das características relacionadas com a disputa e a continuidade - o passe para trás, e o tackle.
Prazer e Diversão
As Leis fornecem a estrutura para um jogo que é simultaneamente agradável de jogar e agradável de se observar. Se, em algumas ocasiões, estes objetivos parecem ser incompatíveis, prazer e divertimento são incrementados através da capacitação dos atletas em melhorar as suas habilidades. Com o intuito de alcançar o equilíbrio adequado, as Leis são constantemente revisadas.
A aplicação
É uma obrigação dos jogadores observar as Leis e respeitar o princípio de jogo limpo. As Leis devem ser aplicadas de tal forma que assegurem que o jogo é jogado de acordo com os Princípios do Rugby. O árbitro e seus auxiliares podem atingir este objetivo através da imparcialidade, consistência, sensibilidade, e nos níveis mais elevados de jogo, da gerência. Por outro lado, é de responsabilidade dos treinadores, capitães e jogadores respeitarem a autoridade dos árbitros das partidas. 
Novos uniformes da seleçéao brasileira de Rugby

Brasil x Uruguai
Rugby no Brasil (veja o site)
O rugby chegou ao Brasil no século retrasado, e segundo o historiador Paulo Várzea, Charles Miller teria organizado em 1895 o primeiro time de rugby brasileiro, em São Paulo; e o primeiro clube a praticar o esporte, o Clube Brasileiro de Futebol Rugby, teria sido fundado em 1891.
O rugby começou a ser jogado regularmente no Brasil em 1925, no Campo dos Ingleses, pertencente ao São Paulo Athletic Club, em Pirituba, São Paulo.
Durante o período de 1926 a 1940 foram organizados jogos interestaduais entre os quadros paulista e carioca. Eram também realizados jogos internacionais, como contra os Springboks em 1932 e seleção Britânica em 1936.
De 1941 a 1946 houve uma interrupção nos jogos, devido à Segunda Guerra Mundial, sendo retomados em 1947.
Em 1960, jogadores do São Paulo Athletic Club, passaram a jogar representando o clube, formando o Aliança Rugby Football Club, constituído por jogadores Ingleses, Franceses, Argentinos e Brasileiros. Em 1961 o rugby ganhou uma nova equipe, formada por membros da colônia Japonesa, denominada São Paulo Rugby Football Club.
Em 6 de outubro de 1963, foi fundada, com sede em São Paulo, a União de Rugby do Brasil, com a finalidade de organizar e dirigir o rugby brasileiro. No ano seguinte a entidade patrocinava o III Campeonato Sul-Americano de Rugby, quando o Brasil sagrou-se Vice-Campeão.
Em 20 de Dezembro de 1972, foi fundada da Associação Brasileira de Rugby, em substituição à União de Rugby do Brasil, sendo reconhecida pelo Conselho Nacional de Desportos (CND). Em 18 de dezembro de 2009 a ABR foi transformada na CBRu, Confederação Brasileira de Rugby.
 


sábado, 8 de janeiro de 2011

Galette Tropical


A coroa que acompanha as galettes e as surpresas que são escondidas para que seja descoberta  pelo rei do dia


Uma receita de meu marido Laurent que é uma delicia e com sabor tropical!
Aqui na França é bastante apreciada com os mais variados sabores e saboreado no segundo domingo depois do Ano Novo. As crianças particularmente adoram e esperam saboreá-la em busca das surpresas que são colocadas dentro em formatos diversos, quem acha ganha a coroa, que geralmente acompanha a galette e torna-se o rei do dia.
Uma verdadeira delicia para saborear com toda a familia !




Ingredientes
2 massa folhadas
125 gramas de açucar de confeiteiro
4 ovos
125g de manteiga derretida
4 colheres de creme de leite
140g de coco ralado
1 gema de ovo para pincelar


Modo de preparo
Misture em uma batedeira o açucar, ovos e a manteiga e bata por alguns minutos até que a mistura fique homogênea, depois junte o coco ralado e o creme de leite.
Coloque a primeira massa folhada em uma forma.
Ao centro o preparo do creme.
Logo após por cima, a segunda massa folhada fechando bem as bordas para que a misture não escape.
Por ultimo pincele com a gema de ovo.
Le ao forno com uma temperatura 180° por 20 minutos ou até dourar.
Bom apetite!




GALETTE TROPICALE
Français
2 disques de pâte feuilletée
125 g sucre glace
4 oeufs
125 g de beurre fondu
4 culière de crème fraiche
140g de noix de coco en poudre
1 jaune d'oeuf pour dorer


Préparation
Mélangez le sucre, les oeufs et le beurre au robot, après ajouter la noix de coco en poudre et la crème fraiche.
Posez le premier cercle de pâte feuilletée sur une plaque de pâtisserie humide.
Au centre, répartissez le mélange réalisé.

Placez la fève.
Badigeonnez le bord extérieur de la pâte feuilletée avec la dorure.
Pliez le deuxième cercle en quatre et disposez bien ce deuxième disque sur le premier la pointe au centre et dépliez pour que les disques soient posés l'un sur l'autre.
Avec les pouces, soudez-les bord à bord en prenant soin de ne pas laisser la crème déborder sur les côtés.
Faites cuire à four chaud pendant dix minutes (180°C) et terminez pendant 20 minutes à 170°C.
Si la coloration prend trop vite en surface, baissez la grille et protégez la galette avec une feuille de papier aluminium.
Voilà la galette tropicale.


Naramazonie

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