sábado, 27 de outubro de 2012

1ª Orquestra Quilombola do Brasil

"A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido - se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias - a comunicação das almas." Marcel Proust
Uma parceria em prol do desenvolvimento do povo amapaense através do governo estadual e a empresa OI que investe recursos incentivando a cultura no Brasil.
Através do apoio do projeto OI FUTURO da empresa de telefonia OI, a ORQUESTRA QUILOMBOLA DO CURIAU é o primeiro polo musical, entre os 10 que serão implementados pelo projeto coordenado no Amapá pelo "Sistema de Bandas e Orquestras do Estado do Amapá – Escola Livre de Música", da Associação Educacional e Cultural Essência (Aece).
Cerca de 100 crianças participarão do projeto que tem como objetivo promover a inclusão de crianças e adolescentes em risco social. A previsão do projeto é de iniciar a musicalidade através de instrumentos de sopro, madeira, de corda e percussão erudita que serão distribuidos em todo o Estado do Amapá através de polos musicais. 
Orquestra Quilombola do Curiau em apresentação Foto; Agência AmapaNoticias
"Moramos em uma comunidade afastada de um Estado isolado. Essa é uma oportunidade única, é emocionante. Agradeço a todos os envolvidos por nos dar essa chance de crescermos não só como músicos, mas como cidadãos" estudante Marcela Araújo, de 13 anos.
"Essas crianças nunca mais serão as mesmas. Tenho certeza que a comunidade do Curiaú será muito diferente depois deste projeto, pois certamente mudará para melhor. Parabenizo a OI, o maestro Elias Sampaio, Aece e o Governo do Amapá por realizar este sonho",  Zé Miguel Secretário de CUltura do Amapá.
Orquestra Quilombola do Curiau em apresentação Foto; Agência AmapaNoticias
A cidade quilombola do Curiaú está a 12 quilômetros de Macapá, capital do Amapá, fica localizado o Curiaú, região remanescente de quilombo, primeira do Brasil a ser registrada e titulada pela Fundação Palmares, contabilizando pouco mais de 1,6 mil moradores.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

SOS Guarani-Kaiowá

Assine por favor:www.avaaz.org/po/petition/Salvemos_os_indios_GuaraniKaiowa_URGENTE/?cRIIEdb

Por que isto é importante:
Leia, abaixo, carta de socorro da comunidade Guarani-Kaiowá. Os índios da etnia Guarani-Kaiowá estão correndo sério risco de GENOCÍDIO, com total omissão da mídia local e nacional e permissão do governo. Se você tem consciência de que este sangue não pode ser derramado, assine esta petição. Exija conosco cobertura da mídia sobre o caso e ação urgente do governo DILMA e do governador ANDRÉ PUCCINELLI, para que impeçam tais matanças e junto com elas a extinção desse povo. CARTA:



"Nós (50 homens, 50 mulheres, 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, vimos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de despacho/ordem de nossa expulsão/despejo expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo nº 0000032-87.2012.4.03.6006, em 29/09/2012.

Recebemos esta informação de que nós comunidades, logo seremos atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal de Navirai-MS. Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver na margem de um rio e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay.
Assine por favor:www.avaaz.org/po/petition/Salvemos_os_indios_GuaraniKaiowa_URGENTE/?cRIIEdb

Assim, entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio/extermínio histórico de povo indígena/nativo/autóctone do MS/Brasil, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça Brasileira.

A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas?? Para qual Justiça do Brasil?? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós. Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui. Estamos aqui acampados 50 metros de rio Hovy onde já ocorreram 4 mortos, sendo 2 morreram por meio de suicídio, 2 morte em decorrência de espancamento e tortura de pistoleiros das fazendas. Moramos na margem deste rio Hovy há mais de um (01) ano, estamos sem assistência nenhuma, isolada, cercado de pistoleiros e resistimos até hoje. Comemos comida uma vez por dia. Tudo isso passamos dia-a-dia para recuperar o nosso território antigo Pyleito Kue/Mbarakay.

De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs e avós, bisavôs e bisavós, ali estão o cemitérios de todos nossos antepassados. Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser morto e enterrado junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui. Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação/extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais.

Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal, Assim, é para decretar a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e para enterrar-nos todos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem morto e sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo de modo acelerado. Sabemos que seremos expulsas daqui da margem do rio pela justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo/indígena histórico, decidimos meramente em ser morto coletivamente aqui. Não temos outra opção, esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.''

Clique no link ou copie e ajude a salvar nosso povo brasileiro
http://www.avaaz.org/po/petition/Salvemos_os_indios_GuaraniKaiowa_URGENTE/?cYwbDbb

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

o queijo de caixinha sabor surpresa!!!

A unica e tradicional receita com o Mont d'Or é o Fondue regado ao vinho branco. Simplesmente você compra o queijo que vem na caixinha, o original, faça um furo ao meio e coloque 15cl de vinho branco e leve ao forno por 20 min. Sirva quente com pedaços de pão, ou como o tradicional jura que acompanha as batatas cozidas, presuntos :) deliciosoooo!!
Quando uma caixa de madeira quente chega no meio da mesa dos franco-comtois, os convidados podem esperar uma agradavel surpresa de sabor inesquecivel.
Hoje ainda é duvidosa sua origem. Sua fabricação data da Idade Média, os primeiros traços são do século XVIII, e encontramos na carta de Jean-Jacques Rousseau à Yvernois de 1764 e depois em 1799 em uma correspondência endereçada à Parmentier. Uma coisa é certa ele estava na regularmente na mesa de Luis XV :)
Assim é esse queijo chamado de Mont-d'Or do Alto-Doubs, Vacherin do Alto-Doubs e na Suiça na região do Vaud chamado de Vacherin Mont-d'Or. 
A diferença entre o queijo da França e da Suiça é que o primeiro utiliza leite fresco e o segundo  o leite fervido. A textura do queijo é lisa e colante e são acinturadas com uma faixa de madeira de pinho, que apos  de protegidos, são embalados em uma caixa em madeira da mesma arvore. O selo de qualidade francesa AOC garante os queijos Mont d'Or que são embalados nesse formato de origem.
A profissão de Sanglier, é o nome dado aos artesãos que fabricam as tiras de madeira que protegem e dão um certo sabor ao queijo.
Os sangles são tiras de madeiras que fazem a proteção do queijo na caixa  para que não vazem para o exterior. A profissão é chamada de Sanglier.
A aparição do Mont-d'Or assim como outros queijos  franco-comtois coincide com a exploração dos altos planaltos do Doubs. Os  mosteiros e hospitais construidos nessa época foram as formas de diversos famosos grandes queijos, e o frio rigoroso serviu de inspiração.

As vinhas dos aromas do Jura

Vignes Château-ChalonVignes Château-ChalonVignes Château-ChalonVignes Château-ChalonVignes Château-ChalonVignes Château-Chalon
Vignes Château-ChalonVignes Château-ChalonVignes Château-ChalonVignes Château-ChalonVignes Château-Chalon

Vignes Château-Chalon, un album sur Flickr.
Na cidade de Château-Chalon no Jura no alto de seu rochedo podemos ver o serpenteio das vinhas com os diferentes posses de dominios.
O nome é também um selo de qualidade de origem francesa AOC que dá aos melhores vinhos da região um significado grandioso aos aromas e terroirs franceses.
Durante minha visita, avistei ao longe um pequena equipe que parecia colher as ultimas uvas da estação, talvez para a fabricação de suas pepitas degustativas de sabores variados, e quando casados com os famosos queijos da região completam a delicia dos deuses.
Então , uma paradinha para fotos, no começo fiquei meio tímida de pedir para fazer as fotos, mas depois que disse "sou uma brasileira em visita na região" os sorrisos apareceram, e um colhedor se aproximou para explicar o trabalho deles rapidamente.
O Jura, que é uma das regiões francesas mais distantes do mar, possuem um clima semi-continental conhecido pela rusticidade pouca habitual na Europa Ocidental. O famoso terroir vinícola é submetido à dupla influência climática, oceânica de uma parte, e o invernos fortes, e verões rudes e secos. De uma maneira geral, um clima que se caracteriza por uma forte variabilidade o que permite sabores variados e unicos dos vinhos da região.

O jura consolidou uma sólida imagem no mundo dos vinhos produzindo duas especialidades praticamente inexistentes fora da região, o VIN JAUNE(vinho amarelo) e o VIN DE PAILLE(vinho de palha). 
Encontramos na região:
Cepagens negras: poulsard, trousseau, pinot noir
Cepagens brancas: savagnin e Chardonnay

sábado, 13 de outubro de 2012

ExpoAmazonie2012

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ExpoAmazonie2012, un album sur Flickr.
As fotos do vernissagem da Exposição sobre o Amapá na cidade de Montmorot, Jura, França. Ela faz parte um evento do Conselho Regional do Jura que acontece de três em três anos. Para este ano o tema escolhido foi 'Os paises latinos' que acontece no periodo de 1° a 31 de outubro. A coordenação responsável pelo tema Brasil escolheu o Amapá para expor suas belezas naturais, cultura , arte e musica.
A musica foi representada pela bela voz da Amazônia a cantora Patricia Bastos, seu irmão Paulo Bastos e o musico de São Paulo Dante Ozzetti, que participaram da abertura do evento. Durante a programação tivemos a participação do Cônsul Honorário do Brasil a Dijon, Sr. Guilherme Paixão que falou sobre o Brasil histórico e econômico. 
No final um video do Amapá Amazontech 2012, foi apresentado onde o publico presente ficou encantado com as belezas e o potencial econômico da região.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O mais estraordinário cabaré do mundo°°°


Autour du Chat noir. Museu de Montmartre, 12, rue Cortot, Paris 18e. Aberto de 10h00 às 18h00. A noite todas as primeiras quintas-feiras do mês até as 21h00. Até o dia 13 de janeiro de 2013.Museedemontmartre.fr


"Je cherche fortune, autour du Chat noir, Au clair de la lune, A Montmartre le soir..." gerações cantaram essas palavras que celebrava "o cabaré mais estraordiná do mundo, segundo seu criador Rodolphe Salis.

Inaugurado em 1881, ele foi o primeiro lugar do movimento artistico de Paris. Pela primeira vez a policia autoriza um piano no palco onde Paul Delmet, Erik Satie, Claude Debussy criavam suas musicas. Com a morte de Salis em 1897, sua esposa vendeu o local que foi transformado em uma casa particular.

Uma exposição em Paris de 13 setembro ao 13 janeiro você poderá conhecer a arte e os prazeres desse bairro repleto de historias, artes, musicas e poesias do ano de 1880-1910. Uma exposição de 200 quadros, litográficos, desenhos e fotos assinadas por Toulouse-Lautrec, Vuillard, Monet, Bonnard e até Alfred Jarry no Museu de Montmartre
Museu de Monrmartre
O teatro das sombras que fez a fama foi reconstituido. Aristide Bruant e Yvette Guilberta acompanham você através de canções durante toda a visita.

No alto de Montmartre dominando as vinhas o museu recebe desde 1960 os visitantes do mundo todo na Maison du Bel Air.
Ele rescontrói através do tempo a história da Arqueologia " A velha Montmartre", a história da vida politica, artistica e festiva do bairro alto. Durante a visita você poderá passear nos jardins no coração de Paris, algo realmente inesquecivel. O Museu é inpregnado pela essência de 14 artistas que viveram nesse bairro  entre eles: Renoir, Valadon, Utrillo, Dufy ou encore Poulbot…
Um percurso museográfico oferece uma visita ao redor do bairro boêmio de Montmartre em torno de quatro temas:

A história de Montmartre°°°A Uma história que descreve o bairro alto no tempo do manastério das Damas de Montmartre.
A obra de Willette para o cabaré do Chat Noir
Montmartre em festa°°°As obras desta exposição evocam os bailes e cabarés com le Parce Domine(foto realizada em 1884), é uma das obras do pintor, ilustrador e escritor francês Adolphe Willette(chamado Pierrot)nascido a Chalons sur Marne em 1837 e falecido em 1926. Ele tinha por hábito de pintar murais e vitrais, de desenhar cartões-postais,  cartazes publicitarios e capas de livros, mas sobretudo de decorar inumeros cabarés e restaurantes do bairro alto de Montmartre.

A Comunidade°°°
Ele explodiu em 1871. Um periodo de rebelião da história de Paris que dura um pouco mais de dois meses.Montmartre é então o teatro dos episódios sangrentos. Nesse bairro alto que a o depois das eleições revolucionárias.

La bohême artistique °°°
A idade de ouro da história do bairro alto onde se misturam os cabarés, as artes, as escritas e a musica.
Você descobrirá também durante a visita a maquete da antiga vila de Montmartre. Ela foi realizada pela iniciativa do arquiteto Claude Charpentier(arquiteto e conservador do Museu) e pelo artista Georges Folmes(pintos e escultor de renome).

« Le Chat Noir » O gato preto era o nome de um célebre cabaré de        Paris localizado no bairro alto de Montmartre, onde se encontravam      poetas e cancioneiros que fizeram e fazem as lendas de uma noite em   Paris boêmia.

Naramazonie

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