quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Stettler, cores, sabores e aromas...


Pavês Stettler
Fundada em 1947 por Paul Stettler, a chocolataria fabrica seus chocolates tradicionais de qualidade há 60 anos na cidade de Genebra na Suiça.
Premiados em 1954 pela qualidade de seus produtos durante uma exposição de Arte culinária em Berna, a chocolataria Stettler continuou a perpertuar a tradição e o saber artesanal do cacau durante as ultimas décadas.
O pavê Stettler é o mais conhecido de seus produtos, sua reputação  ultrapassa as fronteiras suiças para se tornar um produto de qualidade de excelência mundial.
Os mestres chocolateiros da Stettler privilegiam  uma cultura de excelência que exprime sua qualidade  e especialidade àtravés dos chocolates que fabricam e acima de tudo uma paixão pela arte da textura marrom expressa em cores, formas, sabores, aromas e texturas.
Uma competência profissional  que vem de anos de tradição no domínio da chocolataria. As matérias primas são escolhidas com o maior cuidado e os ingredientes mais delicados são selecionados, permitindo características unicas ao produto final inesquecível de ... perfume, sabor, untuosidade e textura.
As trufas
.:Visitas no Laboratório da Chocolataria Stettler
49 Av. Blanc, 1202 Genève
(de segunda a sexta, de 9h às 14h, com reservação)

Mínimo 5 pessoas e máximo de 25 pessoas
Duração de 1 hora
Histórico do chocolate
Explicação do processo de fabricação do chocolate etapa por etapa
Degustação do chocolate

Entrega de brindes no final da visita
Preço: 20 francos suiços CHF, ou 40,00 reais por pessoa

Veja o sitewww.chocolaterie-stettler.ch

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O balcão de Genebra...

Genebra - Suiça
vista da montanha Salève - Haute-Savoie
A Salève é uma montanha situada na região de Haute-Savoie na França, ela é chamada de "balcão de Genebra".
Um panorama de cortar o fôlego!Em menos de 5 minutos o teleférico transporta os visitantes a 1.100m de altitude de Genebra até o alto da montanha de Salève, uma vista maravilhosa da cidade, do Lago Léman, dos Alpes, do Jura e de Mont-Blanc.


Genebra-Suiça
vista do alto da montanha Salève

Flor de Chardon dos Alpes
o Teleférico de Salève




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Fotos kitesurf em Macapá...

Durante uma de minhas visitas a minha cidade querida Macapá aproveitei para ver o kitesurf na orla da cidade. Uma maravilha, o vento, o rio e a paisagem de nossa beira-mar protegido por São José de Macapá.
Vejam as fotos:

domingo, 28 de agosto de 2011

1000 Mulheres pela Paz em Macapá...



Em 10 de dezembro de 2008, a Declaração Universal dos Direitos Humanos celebra 60 anos. Adotada pela ONU em 1948, constitui documento fundamental por instituir um patamar de direitos e deveres a serem respeitados por todos os estados membros. 

A arquitetura dos direitos humanos foi profundamente modificada no século XX. Uma série de tratados e planos de ação da ONU (Organização das Nações Unidas) ampliou suas fronteiras, antes centradas nos direitos civis, políticos e sociais, passando a reconhecer novos sujeitos de direitos - mulheres, crianças, povos indígenas - e a incluir dimensões como o racismo, a saúde, os direitos reprodutivos, o meio ambiente, a violência doméstica. 

As mulheres, que ao longo dos séculos foram privadas do exercício pleno de direitos e submetidas a abusos e violências, tanto em situações de guerra quanto no espaço da vida familiar, tiveram um papel de grande relevância na luta pela PAZ e na ampliação do alcance dos direitos humanos. 

Instituído no início do século passado, o Prêmio Nobel da Paz tem reconhecido indivíduos ou entidades que se destacaram na luta pela Paz e pelos direitos humanos. Entretanto, de 1901 a 2007, apenas onze mulheres receberam este reconhecimento, apesar de que, coletiva ou individualmente, as mulheres têm tido um papel de grande relevância em movimentos diversos pela paz. 

O projeto 1000 Mulheres pela Paz nasceu em 2005, quando um grupo de suíças propôs ao Comitê do Prêmio Nobel da Paz, a inscrição coletiva de 1000 mulheres em todo o mundo. No Brasil, 262 nomes foram indicados pelas organizações de mulheres, sindicatos, universidades, organizações não governamentais, pessoas físicas. Uma comissão selecionou as 52 brasileiras que, ao lado de 948 mulheres de 154 países, concorreram coletivamente ao Prêmio Nobel da Paz de 2005. 

São mulheres brancas, negras, indígenas, idosas, jovens, doutoras e com poucas letras, do campo e da cidade que trabalham pela paz no seu dia-a-dia. O perfil de cada uma delas está registrado no livro “Brasileiras Guerreiras da Paz”, editado pela Contexto. Por seu trabalho cotidiano estas mulheres têm batalhado pela paz em seu sentido mais amplo, compreendendo-o como segurança humana, onde as dimensões de justiça e igualdade social são fundamentais. A Paz é assegurada também pelo respeito à dignidade humana, à igualdade de gênero, de raça e etnia, pelo acesso à educação, ao trabalho, à moradia e à segurança. 

Destas 52 brasileiras, quatro são da região Norte: 
Concita Maia (Rio Branco/Acre)
Joênia Batista de Carvalho (Roraima)
Raimunda Gomes da Silva (Tocantins)
Sueli Pereira Pini (Macapá/AP
Elas serão convidadas para os eventos em Macapá. 

Com grande sucesso, a exposição já percorreu as cidades de São Paulo, Brasília, Santo André, Foz do Iguaçu, Rio, Recife e Porto Alegre. Agora, através deste projeto, irá contemplar Macapá. 

A realização da exposição em Macapá, com as fotos e o perfil das 1000 mulheres indicadas ao Prêmio Nobel da Paz, aí incluídas as 52 brasileiras, reveste-se de significado especial na conjuntura de extrema violência vivenciada pelas mulheres de nosso país e mundo afora.


Informamos que o projeto tem o apoio da Associação Mulheres pela Paz ao Redor do Mundo (Suíça), EED (Alemanha) e Fundação Avina, com o patrocínio da Petrobrás. As parcerias nacionais são: Rede Mulher de Educação, Instituto Promundo, União de Mulheres de São Paulo e Geledés Instituto da Mulher Negra.

Local a ser definido em Macapá
Período de 14/09 a 30/09/2011

Painel de Abertura Mulheres e Homens contra a Violência Doméstica e pela Paz, em 13/09 (quarta-feira), das 18h30 às 20h30, (com a presença de autoridades e lideranças locais), além de lançamento do livro Brasileiras Guerreiras da Paz, com autógrafos das Mulheres da Paz da região Norte e Clara Charf, e coquetel.

livro Brasileiras Guerreiras da Paz

Oficina de educação popular feminista sobre violência doméstica interconectada ao conceito ampliado de paz (Resolução 1325 da ONU), com a participação de 30 pessoas, aproximadamente, de ambos os sexos, incluindo jovens, com dois dias de duração.
Dias 15 e 16 de setembro de 2011 (quinta e sexta-feira).  


Coordenação Macapá-Ap
Imena - Instituto de Mulheres Negras do Amapá 
Maria das Dores do Rosario Almeida
Contato: (96) 3222-4385

ASSOCIAÇÃO MULHERES PELA PAZ
Rua Santa Isabel, 137 – 4º andar – Vila Buarque
01221-010 – São Paulo/SP
Telefax: (11) 3224-9454
Email: associacao@mulherespaz@.org.br
Site: www.mulherespaz.org.br
Presidenta: Clara Charf
Diretora executiva: Vera Vieira
Assistente de direção: Carolina Quesada

sábado, 27 de agosto de 2011

Centro Cultural do Curiaú...

Da Redação
Agência Amapá

O Centro Cultural do Curiaú foi reinaugurado nesta sexta-feira, 26, pelo governador Camilo Capiberibe. Acompanhado de moradores da vila, secretários e convidados, ele reabriu o Centro que estava fechado há seis anos e que agora passa a abrigar a história da comunidade do Curiaú, abrindo o espaço para as manifestações culturais e artísticas da centenária área quilombola.



O Centro, também conhecido como Museu do Negro, poderá ser utilizado pelas comunidades afrodescendentes de todo o Amapá. A obra é um complexo arquitetônico que foi construído no governo de João Alberto Capiberibe para que lá fosse guardada a memória e tradições do povo quilombola. 

O ambiente é formado por uma grande maloca, setor administrativo, com áreas para exposições e espaço externo amplo. Ele ficou desativado por seis anos, o que fez com que a própria comunidade tomasse a iniciativa de pedir ao governo do Estado que fosse reaberto. 

A reforma foi licitada na gestão passada, mas a empresa paralisou os trabalhos por falta de pagamento. Este ano, o secretário de Infra-Estrutura, Joel Banha, atendeu a um pedido do governador Camilo Capiberibe e da comunidade e reavaliou o projeto, autorizando assim a revitalização. O investimento do Estado na obra foi de R$ 219.136,72. 

A diretora da escola local, Rosa Ramos, falou em nome dos moradores e disse que com o Centro funcionando a vila terá mais visibilidade. "Temos que colocar vida aqui dentro com nossas danças, nosso canto e nossas raízes. Com o Centro, o Curiaú nunca vai perder o foco de sua identidade", disse a diretora. 

O governador Camilo lembrou que o Curiaú foi o primeiro quilombo reconhecido do Amapá e que faz parte da história do Estado. "Estou resgatando dívida de oito anos atrás. O Centro vai ajudar a impulsionar o turismo do Amapá. Estamos devolvendo ao povo o que a ele pertence e que foi construído com recursos de todos nós. Assim como esse, muitos espaços estão sendo recuperados, não só culturais, mas na área da educação e lazer",

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Navegando na vanguarda...


O Teatro das Bacabeiras estará realizando no período de 22 a 28 de agosto o projeto "Navegando na Vanguarda", premiado pelo Ministério da Cultura através da revista "Vanguarda Cultural", que visa apresentar à comunidade obras do cineasta brasileiro Glauber Rocha.

A programação, que se iniciará na segunda-feira, 22, a partir das 18h, contará com a presença de um representante da Cinemateca Brasileira e do cineasta e coordenador geral da Federação Paraense de Cineclubes (Paracine), Francisco Weyl.

Segundo o diretor do Teatro das Bacabeiras, Aroldo Pedrosa, a realização deste evento é muito importante, pois irá apresentar a grandeza da obra do cineasta Glauber Rocha, que é considerado o maior cineasta brasileiro e uma das maiores expressões da cultura nacional.

Na abertura do evento, que será realizada no Teatro das Bacabeiras, será oferecido um coquetel e logo em seguida ocorrerá a exibição do filme "Labirinto do Brasil". A programação contará também com apresentações de bandas de reggae, rock, Marabaixo e shows musicais com diversas bandas como Minibox Lunar e Vanguarda Amazônica.

O projeto será realizado nos seguintes locais: Teatro das Bacabeiras (Sala do Museu da Imagem e do Som), Cine Mairi (Fortaleza de São José de Macapá) e no Cine Paraíso (atrás da Catedral de São José – Centro).

Parceiros

O projeto "Navegando na Vanguarda" está sendo executado em parceria com diversas instituições e órgãos, como Cultura Viva, Ponto de Mídia Livre, Ministério da Cultura, Museu da Imagem e do Som, Coletivo Palafita, Univer Cinema, Fundação Mãe Bia, Governo do Amapá, através da Secretaria de Estado da Cultura.

Glauber Rocha

Glauber de Andrade Rocha nasceu em 14 de março de 1939, em Vitória da Conquista (BA), filho de Adamastor Bráulio Rocha e Lúcia Mendes de Andrade. Mudou se para Salvador em 1947, onde deu seus primeiros passos com escritor e ator.

Produziu diversos curta-metragens como: "Pátio" (1959), "A Cruz na Praça" (1959), "Amazonas, Amazonas" (1965), "Di Cavalcanti", com o qual venceu o Festival de Cannes, em 1977.

Em 1962, lança o longametragem intitulado "Barramento" e nos anos seguintes são lançados os filmes "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1963), "Terra em Transe" (1967), "O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro" (1968), "Cabeças Cortadas" (1970), "O Leão de Sete Cabeças" (1971), "Câncer" (1972), "Claro" (1975) e "A Idade da Terra" (1980).

Em 22 de agosto de 1981, Glauber Rocha morre vítima de septicemia (infecção grave, com progressão rápida e de alto risco), provocada por broncopneumonia. (Fonte: Wikipédia)

Local:Teatro das Bacabeiras
Horário:22/08/2011 às 18:00h
Endereço:Rua Cândido Mendes, 368, Bairro Central - Macapá/AP.
Contatos:Secretaria de Estado de Cultura

domingo, 21 de agosto de 2011

Na China a crueldade contra os ursos...


Na China uma mãe ursa agiu de maneira heróica: aprisionada assim como seu filhote em jaulas onde sua bile são extraída, ela matou seu filhote antes de se suicidar.
Em diversas fazendas os ursos são fechados em pequenas jaulas, isolados, com um cateter implantado em sua vesícula biliar, ou um tubo de latex mantido por um corselet de ferro, isso durante toda a vida (ou seja por uns 20 anos, em seguida eles são mortos). Trata-se de uma prática da medicina chinesa que foi desenvolvida em fazendas nos 80. 
No momento que a mãe ursa viu seu filhote sendo agredido com o implante do aparelho metálico penetrando seu estômago afim de retirar sua bile, ela conseguiu se libertar de sua jaula e foi ao encontro de seu filhote para tentar liberá-lo. Não conseguindo abrir a jaula, ela o estrangulou, depois correu para se suicidar jogando-se de encontro ao muro. 
Um ato exemplar e extremamente triste, de grande sacrificio pela dimensão do sofrimento desses animais. Eles são mantidos em cativeiros sem higiene durante anos em constante sofrimento.
Vamos agir assinando a petição no link abaixo:

Observatório do Fer-à-Cheval...

Localizado na região do alto-Jura no círculo de montanhas de calcário que levam o nome de "Cirque du Fer-à-Cheval" um espetáculo deslumbrante e inesquecível da natureza em movimento. Próximo dos rochedos encontramos a maravilhosa cascada de Tufs e a deliciosa gastronomia regional do restaurante "Le Moulin".
A cidade mais próxima é Mesnay um pequeno vilarejo que faz parte da cidade de Arbois região rica de vinhedos e história.
Veja as fotos...

espermatobike...



Entrega expressa de bebê!!
Na cidade de Copenhague, Dinamarca, um banco de esperma chamado Nordic Cryobanck criou um veículo refrigerado de entrega rápida para transportar a clínica da fertilidade sem emitir CO2 .


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cooperação na fronteira com a Guiana Francesa

Amapá e MRE dialogam sobre cooperação na fronteira com a Guiana Francesa

Brasília, 17/08/2011 – A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), a diretora da Agência de Desenvolvimento do Amapá Ivana Antunes e a secretária do Governo do Amapá em Brasília Divanaide Ribeiro reuniram-se nesta quarta, 17, com o ministro Santiago Irazábal Mourão, diretor do Departamento da Europa do Ministério das Relações Exteriores – MRE. Dias 25 e 26 de agosto, Mourão cumprirá agenda no Amapá, com viagem prevista até o Oiapoque. 

A comitiva amapaense pediu ao ministro que o MRE convide, conjuntamente com o Governo do Estado do Amapá - GEA, representantes de governos estrangeiros para Expofeira do Amapá. A intenção do GEA é que a feira se torne um centro de oportunidades para atrair investimentos nacionais e internacionais aos setores onde o Amapá apresenta potencialidades e para a realização de negócios, além das oportunidades de lazer e cultura à população. 

Organizada pelo Governo do Estado, a 48ª Expofeira ocorrerá na capital do estado, no Parque de Exposições da Fazendinha, entre os dias 30 de setembro e 9 de outubro. 

Cooperação Brasil-França – Foram abordadas questões de cooperação que possam promover a maior presença do estado e o desenvolvimento econômico e social da fronteiriça franco-brasileira. Entre as ações estão a implantação da internet banda larga, a abertura de escolas técnicas de navegação e pesca com compartilhamento de vagas entre os dois países e o incentivo do transporte aéreo regional e os serviços aduaneiros que precisam ser construídos e implantados no lado brasileiro para a abertura da ponte de Amizade, que ligará os dois países sobre o rio Oiapoque, por exemplo. Estes itens devem constar na pauta da reunião da Comissão Mista Transfronteiriça que ocorrerá em outubro. 

A deputada Janete propôs consolidar o estado do Amapá como porta de entrada da Europa para o Brasil a partir da Copa do Mundo e das Olimpíadas, reativando a indústria do turismo no Amapá. Levou, ainda, ao ministro Mourão o pedido para que seja aberto o consulado brasileiro em Saint-Georges-de-l'Oyapock, já autorizado por meio de portaria do MRE. O pedido foi levado a ela pela Comissão Organizadora da Criação do Vice-Consulado em Saint George. Segundo o ministro, a abertura e operação do consulado devem ocorrer no primeiro semestre do próximo ano. 

Parlamentos – Está prevista para o dia 7 de setembro, a convite do Senado Federal, a visita de uma comitiva de 5 senadores do parlamento francês ao Amapá. Os parlamentares serão recebidos pelo governador Camilo Capiberibe, por representantes do setor econômico e na Assembleia Legislativa com o objetivo de estreitar as relações entre os dois países. “A abertura da ponte e a conclusão da BR 156 são importantes para o Brasil, mas são muito importantes para a Guiana”, destacou o ministro. 

Texto e foto:
Sizan Luis Esberci
Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP
61 3215 5209

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Nota de Esclarecimento: atuação da Polícia Federal no Brasil.






Presidência:a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal vem a público esclarecer que, após ser preso, qualquer criminoso tem como primeira providência tentar desqualificar o trabalho policial. Quando ele não pode fazê-lo pessoalmente, seus amigos ou padrinhos assumem a tarefa em seu lugar. 

A entidade lamenta que no Brasil, a corrupção tenha atingido níveis inimagináveis; altos executivos do governo, quando não são presos por ordem judicial, são demitidos por envolvimento em falcatruas.


Milhões de reais – dinheiro pertencente ao povo- são desviados diariamente por aproveitadores travestidos de autoridades. E quando esses indivíduos são presos, por ordem judicial, os padrinhos vêm a publico e se dizem “ estarrecidos com a violência da operação da Polícia Federal”. Isto é apenas o início de uma estratégia usada por essas pessoas com o objetivo de desqualificar a correta atuação da polícia. Quando se prende um político ou alguém por ele protegido, é como mexer num vespeiro.


A providência logo adotada visa desviar o foco das investigações e investir contra o trabalho policial. Em tempos recentes, esse método deu tão certo que todo um trabalho investigatório foi anulado. Agora, a tática volta ao cenário.

Há de chegar o dia em que a história será contada em seus precisos tempos.

De repente, o uso de algemas em criminosos passa a ser um delito muito maior que odesvio de milhões de reais dos cofres públicos.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal colocará todo o seu empenho para esclarecer o povo brasileiro o que realmente se pretende com tais acusações ao trabalho policial e o que está por trás de toda essa tentativa de desqualificação da atuação da Polícia Federal.
A decisão sobre se um preso deve ser conduzido algemado ou não é tomada pelo policial que o prende e não por quem desfruta do conforto e das mordomias dos gabinetes climatizados de Brasília.

É uma pena que aqueles que se dizem “estarrecidos” com a “violência pelo uso de algemas” não tenham o mesmo sentimento diante dos escândalos que acontecem diariamente no país,que fazem evaporar bilhões de reais dos cofres da nação, deixando milhares de pessoas na miséria, inclusive condenando-as a morte.
No Ministério dos Transportes, toda a cúpula foi afastada. Logo em seguida, estourou o escândalo na Conab e no próprio Ministério da Agricultura. Em decorrência das investigações no Ministério do Turismo, a Justiça Federal determinou a prisão de 38 pessoas de uma só tacada.

Mas a preocupação oficial é com o uso de algemas. Em todos os países do mundo, a doutrina policial ensina que todo preso deve ser conduzido algemado, porque a algema é um instrumento de proteção ao preso e ao policial que o prende.
Quanto às provas da culpabilidade dos envolvidos, cabe esclarecer que serão apresentadas no momento oportuno ao Juiz encarregado do feito, e somente a ele e a mais ninguém. Não cabe à Polícia exibir provas pela imprensa.

A ADPF aproveita para reproduzir o que disse o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos: “a Polícia Federal é republicana e não pertence ao governo nem a partidos políticos”.

Brasília,

12 de agosto de 2011Bolivar Steinmetz

Vice-presidente, no exercício da presidência

Fonte:
http://www.adpf.org.br/Entidade/492/Banner/?ttCD_CHAVE=146149%3Cbr/%3E

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Kitesurf do amanhecer ao pôr-do-sol...

Para os adeptos do Kitesurf dizem que o Rio Amazonas é o lugar perfeito para a prática do esporte, com boas condições do vento aliadas a beleza do lugar, fazem do rio um verdadeiro paraíso para os amantes do esporte. 
Deslize nas águas do Amazonas e sinta o perfume da liberdade na adrenalina do KITESURF AMAZONAS!!

História do Kitesurf por JIM DAVIS/Kitesurfista (Amazon Sat)

O Kitesurf começou há 4 anos atrás no Estado do Amapá com três pessoas que velejavam isoladas. Então um dia um deles se propôs a me dar umas dicas se eu comprasse o material, e então comprei, porém ele teve que ir embora da cidade e então conheci outro amigo que também estava aprendendo e desde lá começamos a chamar amigos e irmãos e formamos um grupo de 6 pessoas. 


Com a nossa evolução no esporte outras pessoas perguntavam como era o esporte como aprenderiam, se existia uma escola e etc. Foi ai que resolvemos abrir nossa própria escola de Kitesurf: KITESURF RIO AMAZONAS. Hoje temos cerca de 10 alunos e sempre aparecem mais pessoas interessadas. 
História do Windsurf
Um pouco de surf, um pouco de vela. Esse é o windsurf, um esporte olímpico que pode ser praticado em qualquer lugar e que por essa facilidade vem atraindo um grande número de novos praticantes.
Apesar do pouco tempo desde sua criação, aproximadamente 25 anos, o esporte tem grande aceitação por ser uma alternativa tanto para surfistas, que em dias de ondas fracas podem surfar, tanto para os velejadores, que em dias de ventos fracos podem praticar um esporte mais radical. Hoje em dia o esporte tem grande espaço na mídia, devido a sua beleza e plasticidade.Toda essa divulgação só facilita o crescimento da modalidade. As competições possuem várias modalidades de windsurf, desde as mais radicais, como o Freestyle e Wave, até as mais tradicionais como a Classe olímpica e Slalom.

Inscriçoes abertas para o curso de kitesurf em Macapá-ap
Rio Amazonas kitesurf, a escola do maior rio do mundo...


JIM DAVIS (KITESURFISTA) (96)9114-7823, ou CHRISTOPH JASTER (WINDSURFISTA) (96)9971-3204
no Twitter: @jim_almeida

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ecoturismo: onde está o problema?



O que há de mais forte que escutar o grito dos lêmures indri  que rompem o silêncio ao amanhecer? Nós estávamos no Parque Nacional de Andasibe Perinet em Madasgascar, acompanhados de uns trinta ecoturistas, eu tinha percorrido a floresta para ver um dos lêmures mais raros e mais carismáticos. Amontoados ao pé de uma árvore, nós esperávamos que o indri viesse cantar...um canto que foi marcado pelos barulhos das filmadoras e dos clicks dos aparelhos fotográfico, e pelos susurros entusiasmados de nossos ecoturistas. Um de nós então recuou um passo e disse com um pequeno sorriso "e eles chamam isso de ecoturismo?" Isto foi uma boa observação.

Depois de uma década, o ecoturismo está presente como a solução que permite de conciliar o desenvolvimento econômico e a durabilidade do meio ambiente. Se trata de um cenário de paridade: turistas afortunados que pagam somas altas para ver a vida selvagem do outro lado do mundo. Ecolodges(locais de hospedagem em áreas preservadas) e ecoviajantes tem  surgido um pouco em cada parte do mundo, e em certos lugares o negócio é rentável: o turismo ao redor dos gorilas da Ruanda e da Uganda é uma ilustração perfeita. Os favoráveis ao ecoturismo dizem que ele gera renda que permite de proteger a natureza, de criar empregos para as populações locais e de sensibilizar outras culturas. Enfim, a solução ideal. 
Mas isto é verdadeiramente o caso? 
Caso os discursos líricos sobre o potencial do ecoturismo são baseados em uma equação simplista segundo a qual, o turismo é igual a proteção do meio ambiente, e esquecem de ressaltar os eventuais impactos negativos deste setor.
Lemur de Indri
Um dos principais problemas é o grande número de visitantes em certas áreas preservadas. Cenas indênticas a estas dos lêmures indri em Madagascar, podemos ver a cada dia em qualquer parte do mundo. Quanto mais ecoturistas em torno dos animais para fazerem belas fotos, mais os animais riscam de se sentirem estressados, e mais os guias se sentem na obrigação de satisfazer os clientes levando-os cada vez mais para perto dos animais.

caranguejo-ermitão
O comportamento de certo ecoturistas pode também causar problema. Quem entre nós, um dia, já pegou um bela concha em uma praia para guardar de lembrança? Temos o sentimento que elas são inesgotáveis por encontrarmos em todas as praias do mundo. Elas são igualmente vendidas como lembranças e utilizadas para fabricar bijuterias destinadas aos turistas. Mas a colheita de conchas tem consequências desastrosas para o ambiente marinho. Nas Maldivas, por exemplo, os turistas levam grandes quantidades de conchas que servem de casas para os caranguejos-ermitões, e na falta delas eles procuram refúgios em botões de rádios ou em capas de canetas que são jogadas nas praias.
O ecoturismo traz outros problemas, enganosos e menos visíveis. Esta indústria impõe novos métodos, criando novos ambientes para satisfazer os gostos de seus clientes. Os ecoturistas tem geralmente a sua frente ambientes aritificiais e não de paisagens selvagens e intactas como eles imaginam. Constroem praias, suprimem manguezais, cavam pontos de água, deslocam populações e devastam as florestas para dar lugar as infra-estruturas turísticas.
A produção dessas novas paisagens, tem evidentemente consequências ecológicas e sociais. Para que centenas de zonas naturais venham a ser visitáveis, as comunidades locais são frequentemente forçadas a deixar o ambiente em que vivem, às vezes com uma extrema violência: pensamos notadamente aos exemplos do Parque Nacional Kruger e do Serengeti. Mas recentemente, a ONG Refugiados Internacional estima que 2000 famílias foram perseguidas e retiradas do Parque Nacional de Nechisar na Etiópia no momento em que a Fundação dos parques africanos forneceu os fundos para fechar o parque e instalar as infra-estruturas turísticas; ela portanto bateu em retirada em 2007 frente ao oposicionosmo dos grupos de defesa dos direitos humanos, mas isto é apenas uma parte do problema. 
As zonas turísticas na verdade foram criadas em meio de um arsenal complicado de leis e regulamentações  complexas, permitindo o controle da situação e da utilização dos recursos pelas comunidades locais sobre as regiões de visitas turísticas. Certas formas de agricultura e de pastagens foram interditadas, assim como a caça de subsistência, a coleta de frutos e de madeira para uso como combustível. Essas novas legislações destinadas à proteger as "regiões selvagens" estimulam a marginalização progressiva das comunidades locais. Seus direitos à exploração de importantes recursos são abafados para permitir o acesso dos ricos turistas provenientes do mundo inteiro.
O ecoturismo não representa mais uma solução de proteção das espécies. Segundo o WWF 80% dos habitats dos elefantes se situam fora dos parques nacionais nas zonas que eles dividem com as comunidades humanas e, nas quais, eles são poucos numerosos. Mas os ecoturistas oriundos de longe querem ter a segurança de ver grandes manadas evoluir no meio de uma natureza idílica que corresponde a imagem que eles fazem do paraíso selvagem, e sobretudo, desprovido de humanos.
Mas para indenizar as populações locais pelo abandono de seus direitos em função de terceiros, são prometidos à eles empregos nas agências de ecoturismo criadas recentemente, e são estimulados à venda de artesanatos aos turistas. Porém, na realidade, a criação de empregos é muito reduzida, e estes são geralmente mal pagos e de poucas vantagens. As populações locais ocupam efetivamente postos de serventes, guias, jardineiros, faxineiras, mas não são geralmente elas que possuem as agências de ecoturismo, nem que ocupam os cargos mais importantes. Mas, vai lhes faltar, digamos, competências e qualidades para ocuparem tais cargos, mas estes não são mais que pretextos, e uma das principais dificuldades as comunidades locais de encontrarem parcerias sérias com os viajantes estrangeiros. As comunidades passam por decepções em relação ao que foi prometido à eles. 
O ecoturismo não é, sem duvida a solução, muito menos a certeza, o cenário paritário  do modelo ecologicamente correto de fazer turismo, custa caro para seus adeptos. Todos nós precisamos estar mais vigilantes, e não acreditarmos cegamente no marketing e nas campanhas que existem, que possamos admitir que não existe turismo que não traga problemas para o meio ambiente. 
Portanto, para resumir, a ideia segundo a qual o ecoturismo permitiria o desenvolvimento econômico sustentável e protegeria a natureza, é de uma esperança ingênua.


Rosaleen Duffy est professeur de politique internationale à l’université de Manchester. Elle a écrit Nature Crime : How We’re Getting Conservation Wrong(Yale University Press)
Traduzida para o português: Nara

domingo, 7 de agosto de 2011

05 anos da Lei Maria da Penha...

Convite
A Deputada Estadual Cristina Almeida, tem a honra de convidar vossa senhoria para o Ato Público em comemoração aos 05 anos da Lei Maria da Penha que coíbe e previne a violencia doméstica e familiar contra a mulher, a ser realizada conforme programação abaixo: 
Data: 08/08/2011 
Horário: 16h00 
Local: Praça da Bandeira - Av. Fab 
As entidades da sociedade civil organizada que tiverem apresentações artísticas e material para exposição, e/ou quizer fazer uso da fala, terá espaços para essas atividades, é só procurar a equipe de organização (Brito Junior 9148-8899/Marcia - 9151-0894 e Eder - 9143-1908) 
Participe! sua presença é muito importante.

sábado, 6 de agosto de 2011

Samba até o fim do mundo...

Atriz francesa Claire Keim no Parque do Xingu
O francês Gilles de Maistre jornalista, produtor e realizador, começou sua carreira produzindo documentários para a televisão. Depois de trabalhar como repórter no programa Grands reporters do canal ARTE, ele prepara sua nova ficção “Samba jusqu' au bout du monde”, um telefilme criado para o canal France 2 com gravações no Parque do Xingu na Amazônia. 

A ficção foi realizada por uma equipe reduzida ( um realizador, dois assistentes e um técnico de som). Gilles de Maistre, na foto com a câmera nos ombros, se encontrou com 13 tribos antes de escolher os Mehinakus.
Na história atores brasileiros e franceses, entre eles, Marcos Palmeira que interpreta Jason o herdeiro de uma poderosa família dona de um laboratório em Manaus que se apaixona pela botânica Virginie interpretada pela atriz francesa Claire Keim. A história se desenrola no coração dos problemas que ameaçam as populações indígenas do Xingu, como as construções de barragens e os desmatamentos. A maior parte das filmagens foram feitas na tribo dos Mehinakus.
Atriz francesa Claire Keim et o ator brasileiro Marcos Palmeiras(foto:Laurent Denis)
A atriz francesa Claire Keim se lembra de sua chegada na região: "Eles nos receberam com uma grande festa. Em seguida me deu vontade  de ficar e domir no local. O tempo pára um pouco por aqui ».
Durante as filmagens os indios do Xingu continuam suas atividades normalmente - pesca, luta, dança, sempre acompanhados pelas câmeras. " Eu tenho adaptado um parte dos cenários em função de seu cotidiano e de seu local de vida. Eles são felizes de mostrar sua cultura e existe uma urgência de falar deles, e de defendê-los", explica o realizador Gilles de Maitre.
Durante o ultimo dia de filmagem na tribo dos Mehinakus, eles dançaram ao som de uma melodia enfeitados com as mais belas plumas multicoloridas. Um momento de beleza e magia onde os sorrisos estavam em todos os lábios. Cada um da equipe sabia que iria viver um momento unico. 
Ator francês Guillaume Cramoisan faz o papel de Manuel, porta-voz dos índios 
Claire Keim prometeu retornar um dia com sua filha. « Eu estou feliz e orgulhosa de ter visto algo que, talvez, daqui a 15 anos não exista mais. Este filme é uma aventura. »

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Jogos indígenas do Oiapoque...


Os Jogos Indígenas iniciam nesta sexta-feira, na aldeira Kumene, em Oiapoque. Os jogos são realizados pelo Governo do Amapá por meio da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi) e Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), Funai, Secretaria de Transportes, Secretaria de Administração, Funasa e Prefeitura de Oiapoque
A iniciativa visa valorizar a sabedoria da cultura indígena, uma forma de celebrar e manter viva as manifestações praticadas pelos antepassados, que deve se transmitida de geração a geração.
Aldeia Kumene
Aldeia Kumene
Nesta quarta-feira (4), uma equipe do Nucleo de Esporte, Participação e Aventura viajou para a aldeia Kumene a fim de organizar o evento em parceria com a comunidade indígena.

A competição será realizada na região norte e também no parque do tumucumaque, sendo que a final ocorrerá na aldeia Manga, no município de Oiapoque, em novembro.

Segundo o secretário dos povos Indígenas, Coaracy Barbosa , cerca de 300 atletas, entre homens e mulheres, estarão participando da competição nas diversas modalidades que inclui Futebol, Voleibol, Arco e Flecha, Cabo de Guerra, Canoagem, Atletismo, Corrida com tora, Arremesso de lança, Subida do Açaizeiro, Natação, Zarabatana, Pintura corporal e Contos de mitos. “O evento é uma grande oportunidade de integração entre as diferentes etnias e também a valorização dos costumes e a tradição dos povos indígenas”, concluiu.

Coaracy Maciel disse ainda que durante os três dias de festa, Kumarumã vai reunir mais de 3 mil índios das etnias Galibi Marworno, Galibi Calinã, Paliku e Karipuna entre outras, “O Governo é o principal apoiador desta festa, graças a determinação do governador Camilo realizaremos uma belíssima festa para receber a comunidade indígenas”, afirmou o Secretário Coaracy Barbosa.

Os Jogos dos Povos Indígenas é um evento de competição esportiva criado em 1996 através de uma iniciativa indígena brasileira, do Comitê Intertribal – Memória e Ciência Indígena (ITC), com o apoio do Ministério do Esporte do Brasil.
Para o secretário de estado do desporto e lazer, Luiz Pingarilho, que nesta sexta-feira representará o governador na abertura da programação, este é o resultado de uma nova administração que respeita suas etnias e mostra através do esporte que é possível atender as necessidades do povo amapaense, e principalmente da comunidade indígena. “E temos certeza de que será mais uma jogada de primeira da administraçaõ do governador Camilo”, finalizou.

CONFIRA PROGRAMAÇÃO DOS JOGOS INDÍGENAS 2011

Data: 5/8/2011
08h00 -Cerimônia de Abertura -Fala das Autoridades:
Cacique da Aldeia Kumene;
Prefeito do Município de Oiapoque;
Secretário da SEDEL;
Secretário dos Povos Indígenas/SEPI.

Dança do Turé
Jogo de Futebol Masculino
Jogo de Futebol Feminino
Cabo de Guerra Masculino
Cabo de Guerra Feminino

Tarde 14h00
Natação Masculino e Feminino
Canoagem Masculino e Feminino
Corrida de 3.000m
Corrida de 1.500m

Data: 6/8/2011 (sábado)
08:00h – 12h30.
Futebol Feminino
Zarabatana Masculino e Feminino
Futebol Masculino
Arco e Flecha Masculino e Feminino
Arremesso de Lança
Subida no Açaizeiro

14:00h – 17h30
Decisão do Cabo de Guerra Masculino
Decisão do Cabo de Guerra Feminino
Corrida de Jamachi
Corrida de Tora
Contos e Lendas
Pintura Indigena

Data: 7/8/2011 (domingo)
08:00 – 11:00h.
Final do futebol feminino
Final do futebol masculino

Mário Thomaz

Naramazonie

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