domingo, 31 de outubro de 2010

lha do Sol

Ilha do Sol, fronteira Brasil x Guyana

Um oásis no caminho das águas

Para delícia dos banhistas, uma praia no meio da fronteira
Dia 24 de julho de 2005, fomos convidados para visitar a Ilha do Sol e Roche Plate de propriedade do Sr. Francisco Leal, Presidente da Associação dos Migrantes de Oiapoque. Chegamos com alguns alunos do curso de Secretariado Executivo da UNIFAP e a equipe da coordenação do Campus de Oiapoque.
Eraldo, eu, Dona Valéria, Mário e o anfitrião Sr. Francisco Leal
Primeira parada Ilha do Sol, para deixar alguns mantimentos para a anfitriã Dona Valéria, antes de continuarmos a subir o rio Oiapoque até o famoso paraíso da família Leal, ”Roche Plata”.
Um maravilhoso cenário de descobertas, trilhas, árvores, rochas com marcas intrigantes deixadas há tempos atrás. Um campo de futebol não poderia faltar com arquibancadas e  um lugar para o juiz apitar o jogo, tudo ecologicamente correto, e em harmonia com a natureza.
No rio Oiapoque

Chegando em Roche Plate

Eraldo, Elson e Mário uma parada para um banho refrescante em Roche Plate

um campo de futebol no Roche Plate

Juiz aqui vive nas alturas

Área reservada para os torcedores
Uma piscina de águas cristalinas também fazia parte de Roche Plate, borboletas de cores magníficas desfilavam e nos proporcionavam um lindo balé em sintonia com o canto dos pássaros. A noite um lindo luar finalizava o cenário com um iluminado céu estrelado, escutávamos apenas os sons dos motores das catraias entre idas e vindas em uma fronteira constantemente vigiada.
Alunas do Curso de Secretariado Executivo , eu e Dona Valéria

tim-tim!!!

Bolinho de chuva da Ilha do Sol
Ao voltarmos à ilha do sol Dona Valéria nos esperava com um maravilhoso almoço, como cardápio principal peixe e sua suculenta polenta, receita de sua terra Natal no sul do Brasil. Antes de nos deliciarmos com o almoço, degustamos um vinho tinto para acalmar o calor e abrir ainda mais o apetite.
Uma fronteira partilhada por todos, praia da Ilha do Sol - Photo: Nara Chamblay

Do nascer ao pôr-do-sol Ilha do Sol- Photo: Nara Chamblay

Um prazer simples e concreto - Photo: Nara Chamblay

Ao fundo vista de Saint-George
Quando as águas do rio Oiapoque baixam, vários visitantes aparecem para aproveitar a praia que se forma ao redor da casa. Um pequeno paraíso na fronteira entre dois países. Antes de nossa volta Sr. Leal nos mostrou um antigo mapa da fronteira detalhado que demarca nosso território brasileiro, e suas bebidas aromatizadas com plantas da amazônia e a nossa campeã de vendas cachaça (beba com moderação).
Bebidas aramatizadas com sabor 100% brasileira

L'île du Soleil, c'est magnifique
Partimos ao entardecer já com saudades dessa agradável recepção do casal da Ilha do Sol. 

Vila de Taparabu

Um pôr-do-sol digno de santuários ecológicos - Vista da vila de Taparabu ao entardecer - Photo:Nara CHAMBLAY

Vila de Taparabu - Photo:Nara CHAMBLAY

A procura de minhas fotos de viagens, encontrei um verdadeiro arquivo em imagens sobre Oiapoque. Nas trilhas dos projetos da UNIFAP conheci pessoas, municípios do estado do Amapá. Foi uma época maravilhosa e de um crescimento interior fantástico. Aprendi a respeitar muito mais o meio ambiente, nossas raízes culturais de um povo verdadeiramente guerreiro, de sabedoria e experiências de vida enriquecedoras.
Jovem catraieiro da cidade de Oiapoque - Photo:Nara CHAMBLAY

Chegando a Taparabu - Dinha, Maia e Roberto - Photo:Nara CHAMBLAY

Prof. Jean da UNIFAP - Photo:Nara CHAMBLAY

A Vila de Taparabu está localizada dentro da reserva indígena, cerca de 10km de Oiapoque pelo rio. Nossa equipe era composta de dois professores da UNIFAP, Josuel (Artes), Jean(Geografia), Maia(Prefeitura de Oiapoque), Roberto(Rádio Beija-flor FM) e a Dinha(artesã de Oiapoque) e eu para registrar toda viagem com filmagens e fotos.
Partimos no dia 23 de agosto de 2005. A viagem seria de reconhecimento de áreas da região para pesquisas e projetos dos professores. Partimos às 15h00 descendo o rio Oiapoque de catraia acompanhados de dois catraieiros experientes que conheciam muito bem esse trajeto, pois iríamos até a ponta do Índio. Nossa permanência em Taparabu tinha duração de uma noite, e pela manhã, antes do nascer do sol, viajaríamos em direção à ilha do papagaio para ver e registrar a revoada das aves em uma região ainda totalmente virgem e selvagem, um santuário ecológico e um berçário de nossa biodiversidade.
Casas dos moradores de Taparabu - Photo:Nara CHAMBLAY

Sr Moacir, esposa e filho - Photo:Nara CHAMBLAY

Caixa-d'água e motor de luz da comunidade - Photo:Nara CHAMBLAY

Casa do Sr Moacir - Photo:Nara CHAMBLAY

Montamos acampamento na escola de 1º Grau de Taparabu, onde passamos a noite. Fomos recebidos pela família de Sr Moacir. Na comunidade moram cerca de cinco famílias de lavradores. A comunidade tem um motor de luz, caixa-d'água e é abastecida com ajuda da prefeitura de Oiapoque. 
Escola de 1º Grau Taparabu- Photo:Nara CHAMBLAY

Durante a noite Sr. Moacir nos convidou para jantar com sua família, um jantar farto de peixe e caranguejo, típico da região. Conhecemos também um senhor que adora música e nos fez escutar sua viola durante o entardecer, pena que não lembro mais o nome dele, mas sei que um dia voltarei para uma visita, e então não esquecerei mais o nome desse incrível cantador do rio Oiapoque, que mesmo com seus limites físicos, encontrou um meio de ser feliz através da música.As adaptações fazem parte da rotina de pessoas com deficiência, mas não as impedem de viver, pelo contrário, elas nos mostram que a eficiência interior nos faz superar a deficiência física e que a solidão que inflama o coração surge  com um sorriso alegre de esperança.
O cantador do pôr-do-sol - Photo:Nara CHAMBLAY

No olhar um sinal de esperança através da música -Photo:Nara CHAMBLAY


sábado, 23 de outubro de 2010

Cidade de Arte e História


Cidade de Dole

De 4 estações de Dole

Um convite à descobrir Dole, com aproximadamente 25000 hab, a 300m acima do nivel do mar, é chamada de pérola do Jura. Capital da antiga Comté, é uma cidade que nos leva a viajar no tempo. Em Dole cada rua, cada monumento conta a vida cotidiana de uma bela época e que fez de Dole uma cidade de Arte e de História. De Frederic Barberousse à Charles Quint, todos os senhores de Comté deram fama e colocaram a cidade a rota do turismo da França com seus prédios excepcionais: Basilica de Notre Dame, conventos, hospícios, antigo centro comercial, Parlamento, Universidade...Foram tombados como patrimônio histórico com 43 monumentos que você pode descobrir caminhando pelas ruas da cidade.
De 4 estações de Dole

Do antigo bairro dos curtidores de couro, onde nasceu e viveu Luis Pasteur, ao bairro da Catedral de Notre Dame, da rua dos antigos açougues à praça das flores e sua charmosa fonte da criança...Dole oferece uma variedade de pinturas vivas multicoloridas expostas em cada canto de sua antiga cidade. No verão, primaveram e outono avistamos Mont Blanc, imponente com seu cume de um branco contrastando com o magnífico cenário de montanhas do Jura. Dole também foi classificada com cidade florida«Fleurie», ou seja, de primavera a outono encontramos jardins espalhados pelas ruas e praças. Um festival de cores e perfumes, uma diversidade de espécies, onde a rosa reina imponente com suas multicores e tamanhos variados.

Personagens célebres da literatura e da biologia viveram em Dole como: Luis Pasteur biologista e descobridor da vacina anti-rábica, Marcel Aymé, que viveu sua adolescência, inspirados pelos seus romances regionais« La Vouivre » e « Le Moulin de la Sourdine », André Besson um historiador e escritor da literatura regional com seus romances de capa e espada e verdadeiros fatos históricos da região de Franche-Comté.

Passeio de barco...
De 4 estações de Dole

Dole é atravessada por um dos mais bonitos cursos de águas navegáveis. Este oferece uma longa diversidade de escolha de percurso à navegar: o canal Rhône au Rhin, o Doubs, o Saône onde podemos chegar até ao Porto de Saône ou o canal de Bourgogne além de Saint-Jean-de-Losne.
Partindo do Porto de Dole, com a empresa Nicols podemos visitar a região através dos diversos pacotes de viagens.

 

Passeio de bicicleta...

A ciclovia é um convite à conhecer de Nantes a Budapeste, de 3000 km de pista que segue o curso dos rios, Rhin, Danubio, Loire, Saône, Doubs e o canal do centro da cidade de Dole e liga Nantes ao Mar Negro. A cidade oferece também 29 km de pista até a cidade de Salin-les-Bains que permite de chegar à cidade de Besançon e Belfort. Sob os antigos caminhos dos rios é marcada com um panorama cheio de charme, atravessando florestas e cidades do país Dolois.
 
Passeio de trem - La ligne des Hirondelles

Dole também oferece uma maravilhosa trilha de visitação, a linha das andorinhas ou « La ligne des Hirondelles », que passa através das montanhas do Jura. A linha do TER liga Dole à Saint-Claude, e é batizada de linhas das andorinhas. Um meio ecológico de visitar o departamento do Jura em 2h30, trilhando entre o céu e a terra com uma vista maravilhosa das cadeias de montanha do Jura. São 120km de paisagens à serem descobertas de florestas e paredes rochosas jurássicas. Tanto no verão como no inverno podemos escolher o trajeto que queremos percorrer, um guia acompanha todo o percurso que será enriquecido com comentários e visitas em vales e museus, passeios a pé, de bicicleta ou de raquete (na neve)acompanhados de uma saborosa gastrônomia local.


Patrimônios protegidos de Dole

A Catedral de Notre Dame festejou seus 500 anos

Ao chegar na cidade de Dole a Catedral domina a cidade com sua imponente torre de 73 metros e seu sino que faz lembrar as história de outras épocas. Classificado como monumento histórico datando do século XVI está situada no coração da cidade onde estão os monumentos protegidos como patrimônios franceses, é uma das mais importantes catedrais da França. Com sua magnífica arquitetura ela é o símbolo da cidade de Pasteur. Foi fechada para reforma em 2006 e abriu suas portas no final do ano de 2009 culminando com seu aniversário de 500 anos. Seu aniversário foi festejado com numerosas animações e festividades na semana da Páscoa de 30 à 31 maio. Nesta ocasião um programa de eventos é organizado com: peças teatrais, musicas, danças, gastrômia, espetáculos a céu aberto marcando um época da idade média relembrada pelos habitantes das cidades francesas, e finalizando, uma noite marcada com o show dos fogos de artifício tendo ao fundo a imagem da Catedral de Notre Dame de Dole.

Museu de Luis Pasteur

Instalado ao longo do canal dos vendores de couro « Tanneurs », o Museu Pasteur foi criado em sua antiga residência e apresenta aos visitantes uma visão de suas obras científicas que revolucionaram as práticas medicais, cirùrgicas, alimentares e industriais.Com 2 andares, 8 salas de exposição com uma museografia moderna, vitrines, maquetes e filmes, apresentam as lembranças de família e pessoal de Pasteur. Este ano o museu propõe duas exposições temporárias sobre o tema da Peste e a apresentação do Instituto Pasteur.


Museu de Belas-Artes

Criado graças ao donativos dos apreciadores de arte e história de Dole, as coleções de pinturas e escultura serão rapidamente enriquecidos com as decobertas arqueológicas na região. A riqueza da antiga capital de Franche-Comté se orgulha de uma herança histórica impressionante. Assim, encontramos as esculturas regionais da Idade Média do século XVIII e de pinturas francesas dos séculos XVII e XVIII assinadas por Vouet, Patel, Allegrain ou ainda Coypel. Podemos igualmente admirar peças das escolas italianas e nordicas, de coleções de obras do séc.XIX e dos mestres regionais, Courbet, Poitelin, Machard ou Brun. A arte comtemporânea está presente com as obras dos artistas dos anos 60 ao redor da figuração narrativa e os novos realistas.

Bon apétit!!!

A Cabana encantada « La Chaumière enchantée »
 
Restaurant
Joël Césari


O Chefe francês Joël Césari condecorado com uma estrela do guia de restaurantes Michelin, comanda seu restaurante em estilo comtemporâneo confortável combinando sabores e cores aos seus pratos. Há 40 anos este jurasien, retomou junto com sua esposa um dos albergues da região que fazem o charme de Franche-Comté e o transformou em um dos restaurantes mais visitados da região.O sabor regional deste chefe é visto através de seus óculos coloridos (super fashion) adora reinventar, graças às novas técnicas e novas receitas.Sem fronteiras, este homem com espírito aberto e que adora também os sabores do mediterrâneo de champignons, cancoillote e o vinho amarelo « vin jaune ». Começou com a cozinha de estação, sempre em evolução, reflexiva, servidas serenamente para prolongar os instantes de prazer. Aproveitem a visita e peçam ao Chefe para descobrir os sabores da casa.

Do lado hospedagem o Hotel 3 estrelas com cores doces e decoração zen dão o tom aos 18 confortáveis quartos personalizados com abertura para o jardim.

La Chaumière
346, avenue du Maréchal-Juin, 39100 Dole
Tél : 03 84 70 72 40 - http://www.la-chaumiere.info/
 


O sabor e conforto do Castelo de Mont Joly

Romuald Fassenet recebeu o título de melhor artesão da França, como chefe e seu restaurante comtém estrela Michelin de 2006, proprietário de um castelo onde transformou em Hotel-restaurante situado no vilarejo de Sampans.Romuald Fassenet começa uma nova vida com interação ao meio ambiente regional do Jura. Depois de ter feito seu nome à Dole, o empreendimento familiar galgou novos investimento e compraram o elegante castelo do séc. XVIII em Sampans.Os quartos em conforto alta classe, destilam um charme sabiamente discreto e luxuoso.

Le château de Mont Joly
6, rue de Mont-Joly, 39100 Sampans
Tél 03 84 82 43 43 - http://www.chateaumontjoly.com/
 
Panorama e sabor no Moulins des écorces

Para se chegar ao Hotel-Restaurante Moulins des Ecorces(Moinhos da Escócia) de Patrick Franchini, pela passarela que para por cima do rio Doubs. Com uma vista para o centro histórico de Dole, em meio a natureza, sobre um sítio classificado de « reserva natural ». Esta ocasião unica, dar aos visitantes e residentes do hotel a sensação de bem-estar e de encontros inesperados com os pássaros pescadores com plumagens multicoloridas e grandes bicos e outros visitantes inesperados da natureza. Localizado ao lado da casa de espetáculos de Dole, La Commanderie, o ambiente é inundado com um ar festivo. Com um pouco de sorte você encontrar atores, atrizes, cantores e vedetes em turnê pela França que se apresentam constantemente à Dole.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Kitesurfing, navegando na Amazônia


Quebra-mar




Em Macapá na orla do quebra-mar os amantes de esportes radicais trouxeram o KITESURF e nas tardes ensolaradas e de ventos fortes eles saem para surfar nas ondas do rio Amazonas. Em poucas horas a orla se torna o caminho de emoções fortes para os kitesurfistas que fazem o show para o público presente. Entre eles um francês que participa e trilha os ventos norte que sopram forte no meio do mundo, junto aos brasileiros que transformam o rio Amazonas em um circuito das águas da velocidade com incríveis manobras.
Vista do Trapiche Eliezer Levy
História:
Kitesurfkiteboarding ou mesmo flysurf é um desporto aquático que utiliza uma pipa (também conhecida como papagaio) e uma prancha com uma estrutura de suporte para os pés. A pessoa, com a pipa presa à cintura, coloca-se em cima da prancha e, sobre a água, é impulsionada pelo vento que atinge pipa. Ao controlá-lo, através de uma barra, consegue-se escolher o trajeto e realizar saltos incríveis. Este esporte, relativamente recente, encontra-se de momento com grande popularidade e uma prática crescente noBrasil, em Portugal e no mundo.
Kitesurfiste nas águas do Amazonas
O kitesurf foi inventado em 1985 por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoux mas apenas atingiu alguma popularidade em meados da década de 1990.
O nome resulta da junção de duas palavras inglesas: "Kite", que significa pipa (papagaio em Portugal) e "Surf", do verbo inglês "to surf", que significa "navegar".
Quentin, francês do Kitesurf


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Lei de RESIDUOS SOLIDOS

De Meio Ambiente Amazônico
O Brasil ganhou a lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos(LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010), que define regras para a triagem de embalagens usadas, incentiva à indústria da reciclagem e proíbe os "lixões" a céu aberto, assim como a importação de qualquer tipo de resíduo. No Brasil a reciclagem de resíduos sólidos chega a 150 mil toneladas por dia. O emprego dessa nova lei revoluciona o meio ambiente com o manejo adequado dos resíduos sólidos. Em se tratando do social a lei favoriza os trabalhadores que não são incluídos no desenvolvimento do Brasil pelo poder público.  

A lei incentiva projetos que incluam a reciclagem e as cooperativas de catadores de material. Essa responsabilidade é de todos, poderes públicos e privados e a sociedade em geral.
Jogar LIXO a céu aberto está proibido. Assim, todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários ambientalmente adequados, sem possibilidade de reaproveitamento. O governo federal só repassará recursos para limpeza e manejo de resíduos para as prefeituras com um plano de gestão aprovado.
A nova lei estabelece que fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores recolham as embalagens de produtos, como agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos, por meio de um mecanismo chamado de "logística reversa".

Recicla Macapá URGENTE!!!

De Meio Ambiente Amazônico

Quer maior visual e bem-estar que ter na sua porta o rio Amazonas com suas águas refrescantes, sua grande biodiversidade e seus mitos e lendas que nos fazem viajar quando estamos frente a frente com ele?

Crescemos contemplando-o, durante o verão intenso nada melhor do que cair em suas águas. Caminhando com amigos no quebra-mar, sua brisa nos refresca. 
Na imponente Fortaleza de São José de Macapá, observamos suas águas serem inundadas pelo magnífico pôr-do-sol do meio do mundo. 
De Meio Ambiente Amazônico

Caminhando pela orla do Santa Inês até a praça do coco percebemos o acumulo de lixo deixado pelos visitantes. São milhares de materiais plásticos espalhados por toda parte e invadem a beleza de nosso Amapá, mudam nosso ambiente e deixam nosso povo sem educação. Nosso maior cartão-postal, a orla do quebra-mar está fadada à ser o maior lixão a céu aberto de Macapá.
De Meio Ambiente Amazônico
Como podemos deixar tanto lixo mudar um santuário de amor entre homem e natureza acabar?
Encontramos pela manhãs os garis em suas jornadas de trabalho pelo meio ambiente recolhendo toneladas de resíduos sólidos, são as pegadas ecológicas urbanas deixando rastros desastrosos ao planeta e tirando a beleza imponente dessa rica biodiversidade mundial, a Amazônia.
De Meio Ambiente Amazônico
De Meio Ambiente Amazônico
Uma das pessoas responsáveis pelos trabalhadores da prefeitura falou-me do interesse de criarem uma associação que possa reciclar principalmente os resíduos plásticos, e que o principal impedimento seria o alto valor de custo da máquina. Ela também comentou sobre os empregos que seriam criados e as novas oportunidades de uma melhor qualidade de vida  para os que sobrevivem da coleta de latinhas, embalagens plásticas, reciclagem de papel etc.

O Brasil ganhou a lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos(LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010), que define regras para a triagem de embalagens usadas, incentiva à indústria da reciclagem e proíbe os "lixões" a céu aberto, assim como a importação de qualquer tipo de resíduo.  (mais informações no próximo artigo)
De Meio Ambiente Amazônico

Os depósitos de lixos que encontramos em alguns locais de Macapá, não são suficientes para que a população faça uma coleta ecologicamente responsável. Encontramos muitas vezes os lixeiros depredados ou completamente lotados e o tamanho dificulta na organização de praças,  ruas e avenidas de nossa capital.
De Meio Ambiente Amazônico

A mudança nessa interferência humana é a cada dia maior, e com isso as catástrofes geradas por essa ação depredatória é sentida nos quatros cantos do mundo.
Precisamos agir urgente para mudar esse cenário devastador que toma conta de nosso ambiente  e deixa o presente e o futuro do planeta em perigo permanente.
De Meio Ambiente Amazônico

Naramazonie

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