domingo, 9 de junho de 2013

Grafite cultural

Grafite de Luis Pasteur, o cantor Thiéfaine(cantor-compositor e interprete francês) e o escritor, dramaturgo e cenarista Marcel Aymé
Esssa semana para minha surpresa ao chegar em casa me deparei com esse muro de cultura. Um artista gráfico, que ainda não descobri o nome, expôs seus trabalhos em uma das ruas da cidade de Dole. Nas telas três personagens célebres da região e da França, entre eles um conhecido no mundo todo, Luis Pasteur.

Luis Pasteur é considerado como um dos pais da microbiologia, ele se deu de corpo e alma para fazer avançar a ciência e a medicina. Durante sua carreira ele não somente descobriu a vacina contra a raiva, Luis Pasteur também participou através de suas pesquisas cientificas a fermentação e ao desenvolvimento de vacinas. Nascido em 27 de dezembro de 1822 na cidade de Dole no Jura passou toda sua infância. Sua capacidade de aprendizado surpreendeu seus professores e ao término de seu nivel médio ele parte para a cidade de Paris em busca de aprofundar seus conhecimentos na Escola Normal Superior de Paris. Ele atua como professor em Dijon, Strasbourg e na Universidade de Lille.
www.thiefaine.com
Seu nome é Hubert Félix Thiéfaine nasceu na cidade de Dole é cantor, compositor e intérprete entre os temas de suas composições estão a loucura, a critica social,  e a morte. Os escritores que lhe inspiram são Baudelaire, Rimbaud e Lautréamont e alguns outros artistas como Manset, Gainsbourg e Léo Férre.
Marcel Aymé ( é um dos meus escritores favoritos. Escritor cenarista, dramaturgo com inumeras obras voltadas ao publico infanto-juvenis como os contos do Chat Perché. Ele trilha os caminhos viajando pela leitura, e assim se distancia da tristeza de ter perdido sua mãe .Um apaixonado pela literatura, mas também pelas novelas e peças de teatro. 
Politicamente era considerado um homem de esquerda.
Em suas obras aparecem a caracteristica de seus pensamentos e valores e descreve a sociedade sem hipocrisia recorrendo muitas vezes a ironia o que não agrada a critica da época. Mas a literatura não vive para um grupo de criticos e sim para os seus leitores, os quais lhe dão crédito sendo aclamado pela popularidade de suas obras.
Sua visão por vezes é sombria...a hipocrisia, a avareza, a violência, o medo aparecem em suas obras, assim como a amizade, a bondade, a indulgência e a coragem. Ele descreve a sociedade de maneira muito realista ao estilo Balzac ou Zola.Seu imenso talento não era suficientemente apreciado pelos literatas da época, sua produção era abundante e deixou varias obras importantes 17 romances, várias dezenas de novelas, um dezena de peça teatrais e mais de cento e sessenta artigos. A ignorância pela qual a critica e os manuais de literatura deixaram de lado durante trinta anos obras desse grande autor é de um escandalo cultural.
Um monumento e uma placa em sua memória foi inaugurada na Praça Marcel Aymé no bairro de Montmartre a Paris. A estátua foi realizada por Jean Marais em 1989, e evoca o passe-muralha um dos personagens surrealistas de uma de suas mais belas obras escritas.

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