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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

O cego e o Publicitário


O cego e o Publicitário
Havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço
de madeira que, escrito com giz branco, dizia:
" Por favor, ajude-me, sou cego ".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele,
parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o,
pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola.
Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele
quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:
" Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras ".
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
Hoje é primavera em Paris,
e eu não posso vê-la !

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ondas do quebra-mar


YAN ROBERTO LIMA SILVA
Ondas do quebra-mar
Minha alma cabocla
navega por aqui
exaltando negros e índios
na terra do açaí.

O Amazonas vem subindo 
pela orla da beira-mar
nas ricas águas doces 
do meu rio-mar.

O Amazonas é  majestoso
e banha o meu lugar,
aqui todos se encantam
com a lenda do quebra-mar.

A brincar descalço
na beira do igarapé
sinto teu remanso
nas tardes quentes de maré.

No canto das lavadeiras
mistérios vão encontrar
sereias, cobras e botos
encantam este lugar.

Com a bela brisa do mar
na Fortaleza vou passear
e nas margens do Amazonas
tomar o meu tacacá.

Estâncias de bacabas 
nova aurora vai chegar
rio acima, rio abaixo
marabaixo vou dançar.

No balanço da canoa
sob o sol do Equador
vejo o encontro das águas 
rasgando o rio-mar.

No teu leito majestoso 
quero sempre navegar 
e sentir a força dessa terra
nas ondas do quebra-mar. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Ouse e não deixe a vida passar...


Eu perdoei erros quase imperdoáveis
Eu tentei substituir pessoas insubstituíveis, e esqueci de pessoas inesquecíveis.
Eu agi por impulsão, eu fui decepcionado por pessoas que eu acreditava incapazes, mas eu decepcionei pessoas também.
Eu tomei em meus braços alguém para protegê-la.
Eu ri quando não deveria. Eu fiz amigos eternos.
Eu amei e recebi amor de retorno, mas eu também  fui rejeitado.
Eu fui amado e eu não soube amar.
Eu gritei e saltei de tantas alegrias,
Eu vivi de amor e fiz promessas eternas, mas eu machuquei meu coração varias vezes!
Eu chorei escutando musica ou olhando fotos.
Eu telefonei somente para ouvir uma voz, e eu já me apaixonei por um sorriso.
Eu ja acredite que iria morrer de tanta saudade e eu tive medo de perder alguém muito especial ( que eu acabei perdendo)...
Las eu sobrevivi! E estou vivo ainda! E a vida, eu não a deixo passar...
E você também não deve deixar ela passar. Viva!!!
O que é verdadeiramente bom, é ser persistente.
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer ousadamente, pois o mundo é de quem ousa.
E a VIDA é BASTANTE para ser insignificante!

Charlie Chaplin...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A criança que tinha dois olhos...

« Sem duvida que a criança trissômica é um ser por inteiro, que progressa ao seu ritmo.. Se soubermos ouvi-la, entendê-la, compreendê-la, amá-la, ela terá  um grande desenvolvimento em vários dominios. »(Serge Thérien, pediatra)
Mensagem reflexiva do www.asdet21.org

Existia um planeta que se assemelhava muito a terra. A  única diferença entre seus habitantes e os habitantes da terra, era que eles tinham apenas um olho. Com este olho, podiam ver os astros como um telescópio, e os micróbios como se fosse um microscópio.
Um dia nasceu uma criança com um defeito físico muito estranho. Ela tinha dois olhos. Seus pais ficaram muito tristes. Mas, eles não demoraram muito para serem consolados; depois de tudo, esta criança era muito alegre...e ela não era bonita. Seus pais estavam cada dia mais contentes. Eles cuidavam muito bem dela, e visitavam os médicos regularmente, mas seu caso era incurável. Os médicos não sabiam mais o que fazer.A criança crescia, e seus problemas só aumentavam. 

Pouco a pouco a criança que tinha dois olhos começou a ter dificuldades em seus estudos; seus professores davam cada vez mais atenção à criança . Ela sempre precisava de ajuda em seus deveres escolares. Esta criança pensava que não seria util, para nada quando crescesse. Até que um dia, ela decobriu que via algo a mais que os outros colegas de classe, a cor dos objetos. 
Seus pais ficaram maravilhados com a nova descoberta...na escola suas histórias encantavam seus companheiros de classe. Todos queriam saber como ela via o mundo ao seu redor.
E, algum tempo depois, ela se tornou célebre que seu defeito físico não importava a mais ninguém, nem para ela mesma. Pois, ela sabia que existiam coisas que ela não poderia fazer, mas sabia também que estava longe de ser uma criança inútil.
Assim ela se tornou um dos habitantes mais admiraveis do planeta.

A idéia desse texto é de J.L Garcia Sanchez e M.A Pacheco
Reflexões : www.asdet21.org

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Om mani padme hum...compaixão!



Om mani padme hum
Um dos mantras mais famosos do Budismo,
leva a uma reflexão que qualquer ser humano pode e deve fazer.
OM – Dissolve o orgulho
MA – Liberta do ciúme e da luxuria.
NI – Consome a paixão e os desejos
PAD – Elimina a estupidez e danos.
ME – Liberta da pobreza e possessividade.
HUM – Consome a agressão e o ódio.

Om, fecha a porta do sofrimento que vem do orgulho,
orgulho que tem cegado os homens de todas as religiões.

Ma fecha as portas do sofrimento que é gerado pela inveja.
A inveja é a cegueira do espírito tolo, infantil.

Pad fecha a porta dos sofrimentos humanos, das doenças,
da velhice, que nascem dos “desejos”.
Pessoas controladas por desejos fazem loucuras.

Me fecha a porta do sentimento da ganância.
O próprio planeta sofre com esse sentimento que destrói,
que coloca o lucro acima da vida.

Hum fecha a porta do sofrimento do inferno, que é o sentimento da raiva e do ódio.
O homem coloca o inferno dentro de si mesmo quando odeia o seu próximo. Quando a cólera, a raiva toma conta das suas ações, só desgraças serão atraídas.

Om mani padme hum.
Para libertar o seu espírito dos desejos mundanos, da raiva, da ganância, do orgulho, dos desejos desenfreados da vida comercial que a sociedade tenta impor. Para a sociedade o recado é só um: consuma, consuma e seja consumido.

Para Deus, é liberte-se, despoje-se, siga-me e viva a eternidade da paz, das bençãos, da água que sacia para sempre, da leveza de se ter a “alma leve”, livre dos conceitos humanos de felicidade.
Para os conceitos humanos de felicidade, quanto mais você tem, mais é feliz, o que sabemos que não é verdade. O acúmulo de bens materiais é um fardo que por vezes é tão pesado como o próprio mundo.

Para os conceitos divinos, o acúmulo de bens “espirituais” é o maior tesouro que um homem pode ter. Caridade, despojamento, amor sem medidas, humildade, serenidade, esses sim, são tesouros que o tempo não corroem, não passam, são eternos, como você.

Om Mani Padme Hum.
Para que você reflita nas futilidades da vida, deixe de preocupar tanto com o que nada vai acrescentar na sua vida, e preocupe-se um pouco mais com o que é verdadeiramente importante.

Eu acredito em você
PS: Om Mani Pade Hum é o mantra do bodhisattva da compaixão: Avalokiteshvara Kwan Yin.
Os tibetamos entoam-no como: OM MANI PEME HUNG.
Recitar o Mantra Om Mani Padme Hum traz:


Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Como num filme de T.V. A CABO...



Hoje quem provocantemente, me tirou para dançar foi a vida.
Só porque revelei a ela, que namorava escondido as estrelas e o luar.
por conta desse amor, dormi poucas horas minha querida.
E no menu de minhas noites,não caberia tanto o sonho de sonhar.

Muito bem ! Confesso que quando desesperado ,me apeguei a ilusões,
Até porque,decididamente preciso mesmo é de muitas ajudas.
Não vi o tempo,mas reparo que ele em mim passou por inúmeras razões.
Sei sim que as flôres não me sorriram ,e no entanto ,foram delicadamente mudas.

Imagino que os humanos nem primaram comigo pela sinceridade.
E é bom ter certeza do que em mim ardorosamente desejaria,
Mas se o que eu mais queria,nem fosse o que eu mais queria na verdade.
Ao me pegar, procurando no arco-iris , cores que o tempo esconderia.

Juro que jamais almejei, ser presidente ou dono de alguma empresa,
Nem visitei Costa Rica e caminhei pelas praças com um velho e doce cão.
Sei sim, que o pão e a margarina deveriam e não são abundantes em minha mesa.
E minhas melhores histórias,se esconderam de todos no antigo sotão.
Se contudo não me perdoares mando-te uma carta-desculpa como defesa.
No finalmente mesmo,me sinto neste instante, tão leve como a lã e o algodão


AlcyrGuimarães

A Francophonie no meio do mundo

No dia 1° de setembro professores e alunos do curso de francês do Centro Cultural Amapaense estiveram no #lecafebistrot ,localizado ...